A Caminho da Luz




A Caminho da Luz- Mensagem do Sr. Caboclo 7 Flamas do Arco-Íris

Confie em si mesmo, na sua capacidade de melhorar e progredir. Você é um projeto Divino? e, creia, Deus não erra!
Toda dificuldade que você pode agora estar atravessando é justamente isso:apenas uma travessia, um caminho que vai levar você a horizontes melhores. Porque Deus é o Senhor dos Caminhos e gera todos os nossos caminhos com a marca da Sua Perfeição Amorosa, Justa e Equilibrada.
O que você agora pode entender como ponto fraco da sua personalidade é apenas um potencial de Força Divina que você carrega sem saber, e que está pedindo para ser desenvolvido e aproveitado. Porque Deus nos concedeu todas as Suas Virtudes na forma de sementinhas que hão de brotar pelo cuidado diário da nossa atenção dedicada.
Confie em Deus, confie na sua condição de filho de Deus, enxergue-se assim, e não de outra forma. Porque a Presença de Deus em você é uma realidade soberana, capaz de fazer você superar os próprios limites e ultrapassar as fronteiras da ilusão que a antiga insegurança lhe tenha provocado.
Aceite a Perfeição Divina que lhe deu origem e vida, não se acredite menos que isto.Porque você é filho e herdeiro da maior de todas as fortunas, você é um Ser de origem Divina, esta é a sua Essência ou natureza, este é o seu potencial, este é o seu destino!

Está em suas mãos fazer bom uso, livre e consciente, de tal dádiva. Trabalhe a partir da sua Essência. Não perca tempo com aparências. Não se prenda aos limites da carne. Transcenda, dê um passo à frente e para o alto. Reconheça a Luz que habita em você. Permita que essa Luz Divina seja a guia, o amparo, o sustento e o alimento dos sonhos da sua alma.

Permita-se viver na realidade da Luz que você é, e sempre foi, e sempre será. Abra espaço, cada vez mais, para que a Luz preencha a sua vida. Não se prenda aos sentidos físicos, antes, ilumine-os também.
Seja um pássaro. Voe alto. Acredite no seu potencial de subir e ganhar as alturas. Desprenda-se da superfície. Agradeça ao chão que sustenta os seus pés. Mas abra as portas do coração para que a sua Essência possa voar ao encontro do Criador!...
Voe livre. Corte as amarras. Cure a dor das incertezas. Abrace a sua vida como Vida de Deus. Ame-se, respeite-se, dedique-se a conhecer sua Essência, sua real natureza ilimitada de filho de Deus. Permita-se planar, com as asas do coração, no céu azul que surge aos seus olhos. Soltando-se, perceberá então a Eternidade do Tempo e do Espaço que o Divino Criador nos reserva.
Desapegue-se do momento que lhe parece difícil e às vezes insuportável. Confie no Divino Instrutor e a Ele entregue a direção dos seus movimentos. Mergulhe na Luz e permita que Ela purifique todo o seu Ser. Una-se à Luz, deixe-se diluir na Luz e fundir-se com a Luz. Este é o seu destino, o nosso, o destino de toda a Criação Divina!
Paz e Luz!
(Caboclo 7 Flamas do Arco-Íris- 31/7/2012.)
Escrito por Maria de Fatima



Caboclo 7 Lírios




Além do Horizonte- Mensagem do Sr. Caboclo 7 Lírios


De onde vem o sentimento de perda? Há muitas respostas para esta pergunta. Uma delas está ligada à circunstância de que vivemos num plano onde parece que a dualidade é a única realidade possível, mas uma dualidade no sentido equivocado de absoluta oposição e incompatibilidade. Uma dualidade que nos faz pensar em conflito: em ter x não ter; em ganhar x perder; em dia x noite; em vida x morte etc., sem considerar que esses opostos na verdade se complementam. Por exemplos: “o não ter” e o “perder” podem, perfeitamente, ser compreendidos como um caminho para um “ter” e um “ganhar” outra vez, agora obtidos por uma dedicação especial da nossa parte, o que irá despertar e aprimorar nossas capacidades. Assim também, o dia pode ser compreendido como um caminho para a noite, e vice-versa; enquanto a “morte” significará um caminho para o renascimento ou “vida” renovada.

Porém, não temos o hábito de considerar que estamos passando por experiências e atravessando passagens de um estado ou condição para outro, num movimento crescente de aprendizado e evolução. Vivemos com uma percepção “fracionada” da Eternidade? fixamos o olhar num único ponto, aspecto, ou episódio da nossa caminhada, supondo que a nossa vista está alcançando o Todo...


A partir daquele conceito de oposição, nos sentimos isolados do Todo, ficando ansiosos por nos “apropriar” de pessoas e coisas e sempre temendo “perder”. Não conseguimos enxergar e compreender a Vida como um sistema no qual tudo está interligado, e onde tudo que seja verdadeiramente útil pode ser alcançado por mérito e trabalho. E sem que isto signifique “apropriação”, no sentido comum da palavra, pois aquilo que almejamos nos será permitido alcançar se e enquanto útil e propício ao nosso desenvolvimento Espiritual.
Quem somos nós? Somos Espíritos imortais vivendo experiências, na carne ou fora dela. Encarnamos e desencarnamos, dentro do Propósito Divino de aprendizado e evolução constantes. Daí dizer-se: “tudo passa”, isto é, passa aquilo que é de natureza transitória, aquilo que não é da essência do Espírito. Mas o Ser encarnado (e muitos já desencarnados...) se esquece da própria Eternidade, mergulha na ilusão da dualidade absoluta, e sofre ao considerar que “perdeu” algo? quando aquilo que se foi era de natureza transitória... Vamos imaginar um aluno nos seus primeiros dias de aula, querendo estacionar ali, temendo avançar, temendo prosseguir, temendo deixar os companheiros de classe etc. É mais ou menos isso o que nos acontece, quando nos agarramos a um aspecto ou a uma condição da nossa vida. Ora, quem já prosseguiu nos estudos sabe que não há o que temer, pois outras lições importantes nos aguardam, outros companheiros virão etc. E um dos motivos do intercâmbio entre encarnados e desencarnados é justamente esse: trocar experiências, falar sobre a continuidade da Vida e alertar sobre a transitoriedade das coisas, para que o Propósito Divino se realize em cada um de nós, sem tanto sofrimento.
Algumas religiões e filosofias nos dizem que fomos criados por Deus num determinado instante e que a partir dali começou a nossa existência. Se esta é a nossa crença, precisamos considerar que a Mente Divina projeta Eternidade em tudo o que Cria. Então, no exato “momento” da nossa Criação, nosso Espírito já terá recebido de Deus o dom da Eternidade. Vem daí uma conclusão: o que é Eterno não se perde, não perece de modo algum! Logo, nada de fato “perdemos”, não há perdas a considerar...
Outras religiões e filosofias ensinam que não houve “um momento” para a Criação porque tudo sempre esteve e existiu na Eternidade da Mente Divina (tudo é Deus, nada existe fora Dele; e Deus É, e sempre foi, e sempre será). Se esta for a nossa crença, caberá a mesma conclusão: somos dotados da Eternidade no Espírito, porque o Espírito é Imagem e Semelhança de Deus. E o Eterno nunca perece, não está sujeito a perdas...
Enfim, somos Espíritos imortais. Deus nos concedeu o dom da Eternidade. Logo, não estamos sujeitos a perdas verdadeiras. Acontece que passamos por situações e experiências, sempre com uma finalidade educativa. Quando nos apegamos em demasia a qualquer ponto dessa caminhada, sobrevém um sofrimento intenso e a sensação de “perda”.
Convivemos com muitas pessoas, aprendendo a lição da Fraternidade. Mas não pertencemos a nada nem a ninguém; e nada e ninguém nos pertence. Somos muitos irmãos. Mas o Pai-Mãe de todos e de tudo é Único? Perfeito, Eterno e, portanto, Onipresente (está presente em toda parte, ao mesmo tempo), Onisciente (possui todo o Conhecimento), Onipotente (pode todas as coisas) etc. Em Deus ou como filhos de Deus, nós Somos Um, pois nada existe fora Dele. E tudo o que provém de Deus carrega, em essência, a Sua Perfeição e Eternidade, não estando sujeito a “perdas”, mas sim, a transformações necessárias, dentro da Lógica Divina Evolutiva. A própria ciência humana já concluiu que “na Natureza nada se cria, nada se perde; tudo se transforma”...
Abrir mão de um relacionamento; ver a partida ou mesmo a morte física de alguém querido; abrir mão de uma condição pessoal ou social; ver-se momentaneamente privado de um “status” qualquer? tudo isso são situações que podem nos afetar emocionalmente. Mas aí entra a necessidade de uma reflexão maior, lembrando a verdadeira razão de estarmos aqui: estagiar, trocar, evoluir, aprendendo a amar a tudo e a todos sem a ilusão de posse. Cada um tem um tempo e modo próprios de aprender, por isso assumimos diferentes “personalidades”, viajamos de lugar em lugar, ganhamos novos parceiros, trocamos posições, experimentando e evoluindo. Mas sempre estaremos interligados ao Todo, nada é perdido.
Para pacificar o coração, nesses momentos de travessia, podemos fazer um exercício de meditação bastante simples, contudo muito eficaz: juntar as palmas das mãos e colocá-las no centro do peito, na altura do chakra cardíaco (ou então logo abaixo do coração), fechar os olhos e baixar levemente a cabeça, saudando o Divino que habita em nós (“Namastê!”). Isto abre sintonia com a Chama Divina que existe em nós, pacifica nossos sentidos, aumenta nossa capacidade de compreensão e aceitação e atrai mais e mais Amor para nossas vidas.
Somos alunos da Escola da Vida. Precisamos ter a paciência de aprender cada lição, uma após outra. Precisamos nos integrar, confiando na Presença Divina em nós e em toda parte, e olhar tudo “por inteiro”, sabendo que “o mundo não acaba na linha do horizonte”... Quando o nosso coração for apertado pela dor, é importante que tenhamos calma suficiente para investigar qual o Propósito daquilo. Qual a lição ali embutida? Do que precisamos nos desapegar? Para onde estamos sendo conduzidos pela Vida?
Porque a Vida nos conduz com Perfeita Sabedoria, sempre para “um Bem maior”. Ou seja, cada um de nós tem um grau de entendimento e vive num determinado degrau, digamos assim, do BEM que é Deus. E a Inteligência Amorosa do Criador nos instrui e conduz, passo a passo, para um degrau mais elevado que podemos chamar de “Bem maior”, ampliando nossos horizontes. Então, se alguém, ou se alguma coisa está deixando de fazer parte do nosso caminho, é preciso lembrar que jamais “perdemos”,pois estamos amparados por Deus? “por dentro”, a partir da nossa essência Divina; e também “por fora”, porque tudo é Deus, Deus está em toda parte...
Há um dito popular: “Deus dá o frio conforme o cobertor”. Sim. A Vida não exige de nós a compreensão de algo que não podemos alcançar. Ela apenas nos conduz a um caminho quando estamos aptos a segui-lo. Por isso não há “perdas”. O que existe são experiências, muitas; e todas com o objetivo de ampliar o nosso modo de enxergar a Vida. Então, por que viver presos à paisagem estreita que se vê pela janela dos sentidos físicos, quando o nosso Espírito tem ao seu dispor o mais potente “telescópio”, capaz de nos fazer enxergar muito além desse horizonte?
Chega um momento em que é preciso aprender a enxergar as coisas sob a ótica da integração corpo/mente/Espírito, que é a nossa real condição. Para a nossa humanidade, este momento é chegado. Queridos irmãos, estejamos juntos nesse despertar. Com todo o carinho e reverência, peço licença para saudá-los: Namastê!



CABOCLO PEDRA ROXA




MENSAGEM DO CABOCLO PEDRA ROXA
*MEDIUNIDADE, PALAVRA E RESPONSABILIDADE*


Nos dias atuais nos deparamos com a mediunidade comparada a uma grande
feira, onde "cada um faz a sua oferta" e escolhe o que deseja maior
comodidade para sua necessidade, seja ela de ordem física ou espiritual.
O bom sendo é encoberto pela facilidade em se resolver determinada situação,
nunca primando da "forma" com que a mesma é feita
A palavra não passa mais pelo filtro da responsabilidade, muitas vezes sendo
utilizada de forma profana em nome dos sagrados Orixas acreditando-se o
interlocutor como porta voz dos mesmos.
Usam a palavra carregada de maldade, maledicência e acusação dizendo-se
"cavalo" ou "médium" de guia "X" comprometendo na realidade o nome sagrado
destes trabalhadores da luz e infelizmente o nome da Umbanda ainda tão mal
compreendida.
Ofertas mirabolantes, resolução de problemas em "X" dias esquecendo-se e
desrespeitando a lei de causa e efeito e comercializado o que deveria ser
sagrado " A CARIDADE", visando na realidade somente interesse mesquinhos e
pessoais.
Felizmente a providencia divina age no "silêncio da águia" e as "mascaras
começam a cair", trazendo a tona a mentira e colocando cada qual diante da
sua responsabilidade, diante do "solo que semeou", pois a hora da colheita
já esta anunciada.
Mediunidade não é sinônimo de bagunça, medo ou ameaças. Mediunidade é
sinônimo de ESTUDO, DISCIPLINA e BOM SENSO.
A palavra quase sempre carrega o espelho que temos dentro de nós, sendo
assim, quem ameaça, acusa e semeia mentira, carregará o fardo de sua
responsabilidade e responderá em vida ainda pelos seus atos.
Postes não são Templos de Umbanda!
Amarrações, não são trabalhos de caridade e sim de ilusão barata, ligados a
seres inferiores
Ninguém é Deus, para mudar o destino da vida de uma pessoa em "X" dias.
Só se evolui aprendendo e se aprende com estudo sério, fé raciocinada e
caminhando para frente

Mediunidade, não é medo, ameaça ou instinto de vingança.
Mediunidade, pode ser comparada com caridade!
Espírito não precisa de trocados para fazer a caridade, pois esta é seu
melhor investimento.

Umbanda tem fundamentos e é preciso preparar, completamos esta frase
lembrando a parábola da porta estreita. Realmente para aprendermos os
fundamentos sagrados da Umbanda, precisamos passar por esta porta estreita
todos os dias, lutando contra estes que se dizem "porta vozes" de Orixas,
mas nada mais são do que marionetas das trevas, iludindo mentes e corações
despreparados e ambiciosos.

Filhos, é preciso termos uma fé raciocinada e não cega!

"Muitos são os chamados, poucos os escolhidos...." Por que muitos confundem
mediunidade com "facilidade" quando mediunidade encerra em si
responsabilidade, amor, caridade e renovação de espírito....

*Caboclo Pedra Roxa*



CABOCLO VENTANIA





HISTÓRIA DO CABOCLO VENTANIA

Conto essa história narrada pelo próprio espírito do Caboclo Ventania. Nome hoje usado por ele em alguns de seus médiuns.
Sua última encarnação foi como índio filho de um grande pajé; viajava sempre para renovar suas energias ao encontro do mar. Sua adoração por mãe Iemanjá veio pelas longas horas sentado em uma pedra visualizando o grande reino desta Orixá, à qual ele pedia sempre ajuda em seus rituais de cura dos enfermos em sua aldeia.
Viveu como índio Cherokee em uma vila as margens do rio Tenesse. Suas mulheres Índias cuidavam da lavoura, plantação de milho e abóboras; eram bordadeiras por excelência, e tinham o respeito de seus homens que as cultuavam como deusas. Os índios por sua vez cuidavam da caça de ursos, da pesca, da espiritualidade e da cura. Muito inteligentes tinham por habilidade natural entender e ou aprender rapidamente diversas línguas de outras tribos e mesmo de outras nacionalidades, o que ocorreu quando da invasão dos europeus às terras americanas.
Ventania era caçador e Xaman de sua tribo, pois os homens fortes, ao enfrentarem ursos e búfalos, acreditavam que os deuses davam a eles força espiritual para praticar tal bravura. Os Xamans cuidavam de doenças e passavam a receita vinda de seus ancestrais. Conversavam com os espíritos e os consultavam para tudo que faziam, portanto em uma vida primitiva já tinham a essência espiritual em suas veias. Ventania nos conta que eles já faziam suas poesias em forma de desenho e amavam a natureza como todo índio em qualquer nação.
Conta também que seu desencarne aconteceu na disputa por seu amor. A tribo tinha por hábito quando uma índia era pretendida por dois ou mais índios, eles disputavam em luta. O perdedor ou entendia e se convencia da derrota ou pedia para ser morto pelo vencedor, e foi o que aconteceu. A índia em questão iria ser disputada por ele e outro índio que tinha o nome de Chuva Vermelha por ser muito rápido com flechas em chamas. Ao perder a luta, Chuva Vermelha disse que não o mataria; pois o respeitava pelas inúmeras curas e pelas inúmeras caças que Ventania já havia feito na aldeia. Porém, Ventania inconformado com a derrota, pediu que o matasse, pois o mundo seria ruim para ele sem a moça. E foi o que aconteceu. Com uma machadada na cabeça ele desencarnou.
Devido ao ato dele ter rogado pela sua própria morte, se encontrou por longos anos no Umbral, onde somente quando pode se encontrar com Espíritos de Luz, compreendeu o ocorrido e pôde ir para as esferas de evolução onde hoje, Ventania trabalha também como Espírito de luz. O nome Ventania foi escolhido por ser mais parecido como Raio de Vento, que usou naquela encarnação, quando devido à velocidade com que caçava búfalos e veados, foi denominado assim.
Em terra, como Espírito de Luz trabalhando na Umbanda, Ventania realiza desobsessões, cura e aconselhamento.
Ventania gosta de vinho tinto suave e suco de milho. Vibra na energia das pedras de cascalhos, basaltos e quartzo verde. Seus amuletos são à base de pedras ou algo de couro. Seu dia comemorativo é 21/02.



Caboclo Pedra do Sol




Incertezas - Mensagem do Caboclo Pedra do Sol

Se a incerteza te pega a toda hora, convém meditar.
De que vale ficar angustiado e perder instantes preciosos de vida? Melhor é pacificar a mente e deixar que o coração “respire” na calma, pra que te lembres de qual é o teu propósito nesta caminhada.
Ainda te lembras de por que viemos aqui? Por que vieste?
Não foi para sofrer! E nem para querer comandar a Vida... Não se comanda a Vida, ela é o comando. Ela nos leva onde é preciso a gente chegar. Basta que sejamos simples e honestos perante a Voz do coração.
Quando o ego nos domina, esquecemos todas as promessas feitas antes da encarnação, todos os projetos e estudos. E voltamos aos enganos do passado, repetindo caminhos de ilusão absolutamente desnecessários.
Hoje é um tempo novo e único. Tempo de conhecer, tempo de aprender, tempo de crescer e ser feliz.
Não feches teus ouvidos aos esclarecimentos que chegam de toda parte, contando das maravilhas que habitam em cada ser humano. Contando que não somos os pecadores que antigas crenças nos queriam impor. Somos centelhas Divinas, templos vivos do Criador, moradas da Luz.
Podemos amar, trabalhar, construir, cantar, dançar, comer, festejar... Podemos tudo. Tudo o que não ofenda a nossa natureza Divina. Querer impor uma vontade egocentrada não é uma atitude digna de um filho da Luz.
A Luz, ela mesma, não se impõe. Ela a tudo conquista pelo Amor, com brandura e clara suavidade. Ela nos preenche com leveza. Não causa dor nem sofrimento a ninguém, muito ao contrário, cura todas as dores, angústias e incertezas.
Ilumina os teus projetos e as tuas conquistas com as Luzes do coração, e serás feliz. Aprende a esperar pelo resultado da tua semeadura. Respira com calma, reflete e medita. Não queiras atropelar o tempo das coisas. Tudo vem no tempo certo, na hora certa, na medida certa. Lembra que os astros celestes se movimentam num ritmo próprio, perfazendo órbitas perfeitas, sem colisões e interferências inadequadas de uns em relação aos outros. Tudo caminha na Perfeição do Criador. Em nossas vidas acontece o mesmo, há uma Ordem Divina no comando, presidindo amorosamente a nossa trajetória de evolução. Abandona a idéia de controle, pondo fim às incertezas.
Nenhum de nós tem o controle absoluto de coisa alguma. Só precisamos ser simples e honestos com nossos ideais, para que a Vida nos direcione de forma tranquila e equilibrada. Ela vai evitar os transtornos que nos possam abalar, vai afastar o que não nos convém, vai nos colocar em rota segura e pacífica. Desde que, internamente, estejamos pacificados.
Qual é o problema que te aflige, agora? Qual a questão que te faz supor que precisas fazer isto e aquilo senão...? Senão o quê? Qual é o temor que te domina?
Reflete, respira, medita um pouco. Coloca o comando na tua essência, em sintonia com a Luz do Criador.
Procura imaginar e sentir uma luz dourada no centro do teu peito. Fixa o pensamento nela. Procura sentir teu coração completamente envolvido por essa luz dourada. Perceba que ela se expande, e se expande... Respira com calma. Procura sentir que a luz envolve tudo, inclusive a ti e a todas as coisas em torno. Respira... Perceba que, aos poucos, nada mais existe a não ser a própria Luz, na qual tudo se dissolve. Sinta a Luz em ti, sinta-se Luz. Esta é a tua morada, a morada de todos nós e de tudo quanto existe.
Não precisamos de controle sobre as coisas externas. Só precisamos conhecer a nós mesmos, enquanto filhos da Luz.
Busca na Luz a resposta para as tuas aflições e inquietações. Faça o que precisas fazer, mas depois clama pela Luz, para que ela coloque cada coisa no seu devido lugar e no tempo devido. Aprende a esperar um pouco. Tem calma.
De vez em quando ouço alguém dizendo que “encontrou Jesus, e está salvo”, no entanto acreditando que tudo o mais está perdido... Porém, creio que “encontrar Jesus” não é o mais importante, já que Ele pode nos encontrar a qualquer tempo e em qualquer condição.
Creio que é melhor que a gente se encontre. Quando a gente se encontra, quando nos reconhecemos como filhos da Luz, então podemos ter, de verdade, “um encontro com Jesus”. Pois entraremos em sintonia com Ele, que sempre caminha na Luz, e que aqui veio para nos lembrar do Amor como receita de calma e de cura para todos os males humanos.
Depois de “um encontro com Jesus”, depois uma real sintonia com a Luz que é a nossa essência e a Fonte da Vida, com certeza abandonaremos todos os julgamentos, toda condenação, todos os sentimentos de superioridade, assim como todo o sentimento de inferioridade e todas as angústias e incertezas.
Porém, sem esta pacificação interna não há como se viver em plenitude.
Por isso, respira, mantendo a calma. Sintoniza com a Luz, para que a Luz te realize os sonhos.
Paz e Luz!








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