Oxossi é o Orixá da caça, chamando muitas de Ode Wawá, ou seja, “caçador dos Céus”. É a divindade da fartura, da abundância, da prosperidade. Em seu lado negativo, porém, pode ser também o pai da mingua, da falta de provisão.

Suas principais características são a ligeireza, a astúcia, a sabedoria, o jeito ardiloso para faturar sua caça. É um Orixá de contemplação, amante das artes e das coisas belas.

Como todos os outros Orixás, Oxossi também está no dia a dia dos seres vivos, convivendo intimamente com todos nos. Dentro do culto, ele é o caçador do Axé, aquele que busca as coisas boas para uma Casa de Santo, aquele que caça as boas influências e as energias positivas.

No dia a dia, encontramos o deus da caça no almoço, no jantar, enfim, em todas as refeições, pois é ele que provê o alimento. Rege a lavoura, a agricultura, permitindo bom plantio e boa colheita para todos Oxossi, no Brasil, tem essa regência, no lugar de Orixá Okô. Senhor da agricultura, todavia Orixá Okô não é cultuado em terra brasileiras, pois seu fundamento não atravessou o oceano.

Oxossi é a semente, é o vegetal em ponto de colheita. É a fartura, a riqueza, é a carne que o homem consome.

Oxossi também esta ligado às artes. Todo tipo de arte. Ele está presente no ato da pintura de um quarto, na confecção de uma escultura, na composição de uma música, nos passos de uma dança. Seus encantamento está na arte de um modo geral. Se encanta nas misturas de cores, na escrita de um poema, de um romance, de uma crônica. Oxossi está presente desde o canto dos pássaros, da cigarra, ao canto do homem. É pura arte!

Oxossi também rege o revoar dos pássaros e seu encantamento mais bonito está na evoluções das pequenas aves.

Oxossi é a vontade de cantar, de escrever, de pintar, de esculpir, de dançar, de plantar, de colher, de caçar, de viver com dinamismo e otimismo.

Curiosamente, Oxossi também é a comodidade, a vontade de vislumbrar, de contemplar. Oxossi é um pouco preguiça, a vontade nada fazer, senão pensa e, quem sabe criar.

A vida com essa força da Natureza, entretanto, não é só suavidade. Em seu lado negativo, Oxossi pode proporcionar a falta de alimentos; o plantio escasso; o apodrecimento de frutas;legumes e verduras; e até mesmo a arte mal acabada, inacabada ou de mau gosto.

Mitologia

Filho de Iemanjá e irmão de Ogun e Exu, Oxossi sempre foi muito querido pela família, pelo seu temperamento calmo, compreensivo, amigo e respeitador. Entretanto, era franzino, parado.

Seu irmão mais velho , Ogun, preocupado com a inércia de Oxossi, resolveu ensinar-lhe a arte da caça e os caminhos e trilhas da floresta. E asssim foi. Ogun ensinou Oxossi o que havia de melhor na arte de uma caçada e os segredos da mata. Levou-o até o alquimista Ossãe, que morava no interior da floresta, para que ele aprendesse a magia e conhecesse os animais de caça e aqueles que não se pode caçar.

O nome de Oxossi era Ibô, o caçador.

Um dia, Oxalá precisou de penas de um papagaio da Costa, para realizar o encantamento de Oxum, ms, praticamente, não se achava o animal. Oxalá então designou Ogun para encontrar as penas. Em vão o valoroso guerreiro e também caçador foi incapaz de achar o que Oxalá lhe pedira. Mas sugeriu:

- Oxalá, estou tão envolvido nas conquistas que já não caço como antes. Porém, sugiro o nome de Ibô, meu irmão, que certamente é o melhor de todos os caçadores, e conseguirá as penas do papagaio da Costa como pretende.

E Ibô foi chamado. Perante ao deus da brancura, Oxalá, Ibô se prostou e ouviu, atentamente, as ordens:

-Ibô! Disse-lhe Oxalá, vá e consiga as penas do papagaio da Costa. Você tem exatamente sete dias para voltar…

E Ibô partiu para a flores, e durante dias procurou por sua caça. Quando lhe restava apenas um dia para esgotar o prazo dado por Oxalá, Ibô avistou os papagaios.

Com um flecha apenas – mirando com cuidado – atingiu, não apenas um, mas dois papagaios de uma só vez. Orgulhoso e como o sentimento da tarefa cumprida, Ibô partiu para o reino de Oxalá.

Mas seu retorno não foi tão fácil. No meio do caminho, Ibô deparou-se com um grupo de feras, que o atacou de surpresa, deixando-o muito ferido. Só não morreu porque suas habilidades de grande caçador o salvaram.

Bastante ferido, Ibô já não andava, arrastava-se. Na boca da floresta, Ibô avistou os portões de Ifé, reino de Oxalá, e via que eles. Lentamente, se fechavam à medida em que o dia acabava e a noite chegava. Num esforço enorme, Ibô reuniu todas as forças e chegou até os portões. Esticou o braço, segurando firmemente as penas de papagaio da Costa e somente estas conseguiram transpassar os limites de Ifê. Os portões se fecharam. Ibô, caído do lado de fora de cidade, continuava segurando as penas de papagaio, presas no portão da grande morada de Oxalá. Ele cumprira o prazo.

Momentos mais tardes, ajudando pelo irmão Ogun, Ibô foi levado até a presença de Oxalá. Acreditando não ter conseguido, Ibô desculpou-se com o rei:

- Perdoe-me, Senhor! Não consegui chegar à sua presença com sua encomenda”]

- Ao contrário, jovem caçador! – retrucou Oxalá – Seus esforço e seu coragem são admiráveis. As penas do papagaio da Costa chegaram a Ifé no prazo recomendado, e eu lhe parabenizo por isso. E como é tão bom caçador e de um bravura tão grande, passará a charmar-se Oxossi, o Senhor da Caça.

Assim sendo, Oxalá ergueu sua mão e dela um facho de luz atingiu Ibô, curando-o de todos os ferimentos e dando a ele trajes azuis turqueza, cor do encantamento do novo Orixá, Oxossi.

O elemento de Oxossi é a terra, e a liberdade de expressão seu ponto mais marcante. Por isso, nosso sentimento de liberdade e alegria estão profundamente ligados a Ode…. O senhor da arte de viver!

 





Oração é um ato religioso que visa ativar uma ligação, uma conversa, um pedido, um agradecimento, uma manifestação de reconhecimento ou ainda um ato de louvor diante de um ser transcendente ou divino. Segundo os diferentes credos religiosos, a oração pode ser individual ou comunitária e ser feita em público ou em particular, e pode envolver o uso de palavras ou música. Quando a linguagem é usada, a oração pode assumir a forma de um hino, encantamento, declaração de credo formal, ou uma expressão espontânea, da pessoa fazendo a oração. Existem, segundo as crenças, diferentes formas de oração, como a de súplica ou de agradecimento, de adoração/louvor e etc; e da mesma forma, consoante a crença a oração pode ser dirigida a um deus, espírito, pessoa falecida, ou a uma ideia, com os diversos propósitos, sendo que as pessoas rezam em benefício próprio, ou para o bem dos outros; ou ainda pela consecução de um determinado  objetivo.

Acender uma vela verde para Oxossi:



Prece à Oxóssi

Okê… Okê Cavaleiro de Aruanda! Okê… Rei dos Caboclos e das Matas! Senhor Oxossi, que as suas matas possam estar repletas de Paz, Harmonia e Bem-Aventurança. Meu Pai Oxossi, Rei dos Caçadores, não permita que eu me torne uma presa dos malefícios nem dos meus inimigos. Okê, Okê, meu Pai Oxossi! Rei das Matas de Aruanda.

Okê Arô!
                 
Oração ao Pai Oxóssi

Meu pai Oxóssi!

Vós que recebestes de Oxalá o domínio das matas, de onde tiramos o oxigênio necessário á manutenção de nossas vidas durante a passagem terrena, inundai os nossos organismos coma vossas energia, para curar de nossos males!

Vós que sois o protetor dos caboclos, dai-lhes a vossa força, para que possam nos transmitir toda a pujança, a coragem necessária pra suportarmos as dificuldades a serem superadas!

Dai-nos paz de espírito, a sabedoria para que possamos compreender a perdoar aqueles que procuram nossos Centros, nosso guias, nossos protetores, apenas por simples curiosidade, sem trazerem dentro de si um mínimo da fé.

Dai-nos paciências para suportarmos aqueles que se julgam os únicos com problemas e desejam merecer das entidades todo o tempo e atenção possível, esquecendo-se de outros irmãos mais necessitados!

Dai-nos tranqüilidade para superarmos todas as ingratidões, todas as calúnias!

Dai-nos coragem para transmitir uma palavra de alento e conforto aqueles que sofrem de enfermidades para quais, na matéria, não há cura!

Dai-nos força para repelir aqueles que desejam vinganças e querem a todo custo magoar seus semelhantes!

Dai-nos, enfim, a vossa proteção e a certeza de que quando um caboclo, num gesto de humildade, baixar até nós, ali estará a vossa vibração!

Prece à São Sebastião

Glorioso mártir São Sebastião, soldado de Cristo e exemplo de cristão, hoje vimos pedir a vossa intercessão junto ao trono do Senhor Jesus, nosso Salvador, por Quem destes a vida.
Vós que vivestes a fé e perseverastes até o fim, pedi a Jesus por nós para que sejamos
testemunhas do amor de Deus. Vós que esperastes com firmeza nas palavras de Jesus, pedi-Lhe por nós, para que aumente a nossa esperança na ressurreição.
Vós que vivestes a caridade para com os irmãos, pedi a Jesus para que aumente o nosso
amor para com todos. Enfim, glorioso mártir São Sebastião, protegei-nos contra a peste, a fome e a guerra; defendei as nossas plantações e os nossos rebanhos, que são dons de Deus para o nosso bem e para o bem de todos.
E defendei-nos do pecado, que é o maior de todos os males.

Assim seja.

                  
Oração a Oxóssi
Amado Pai Oxossi!

A vós, que sois o regente do Sagrado Mistério do Conhecimento Divino, no qual saciamos as nossas sede do saber e do conhecer, clamamos neste momento, para que nos envolva em vossas irradiações e nos conduza ao interior desse Vosso Mistério Divino.

Ouça nosso clamor, ó Pai Amado, atenda as nossas invocações e venha em nosso auxílio e beneficio, afastando de nossas vidas todo o negativismo e ignorância que têm paralisado nossa evolução, nos fazendo perder a Fé, o Amor e a Esperança.

Dê-nos, Pai Querido, o conhecimento necessário, para que nunca fiquemos desempregados, nunca falte o necessário a nós e a nossos dependentes e para que sempre saibamos atravessar com sabedoria e Fé todas as provocações de nossas vidas.

Afaste de nós os vícios que enegrecem nosso espírito e nos ligam às sombras e à escuridão da ignorância e da falta de raciocínio lógico. Atue em nossos sentidos e caminhos, direcionando-nos para o conhecimento da Verdade Divina.

Propicie-nos os meios e os conhecimentos necessários para termos discernimento e mudarmos nossa vida para melhor, superando as dificuldades, melhorando nossas expectativas para o futuro e anulando em nossa mente os pensamentos e sentimentos negativos que nos conduzem às trevas da ignorância, escurecendo e atormentando nossa alma imortal e eterna.

Atue em nossos inimigos encarnados e desencarnados, envolvendo-os em Vossas vibrações Divinas, diluidoras dos pensamentos, sentimentos, projeção verbal, visual e mental negativos, da vingança, da traição, da inveja, do ódio, e anule tudo isso nos íntimos deles.

Livre-os, ó Pai, das más influencias espirituais que no têm dominado, direcionando-as para a esperança da salvação Divina. Permita, Pai Oxossi, que sejam libertados das trevas da ignorância todos Vossos filhos ligados a nós pelos laços invisíveis da vida.

Pedimos, ó Pai, que anule em nós os sentimentos que distorcem nossa consciência e apagam nossa Luz Divina; que dilua os cordões que nos ligam a seres inferiores; que renove os nossos pensamentos, conduzindo-nos aos planos superiores, ao luminoso Caminho de Deus.

Mantenha sempre acesa e ampliada em nós a chama do Conhecimento e que ele se expanda, se direcione e se espalhe por todos os nossos caminhos, abrindo todas as portas, passagens e campos á nossa frente.

Afaste para sempre de nossas vidas, Pai Divino, os tormentos da ignorância, da falta de Conhecimento e Fé, e passividade, a angústia, a miséria, a fome, a doença, a solidão, a apatia e a maldade.

Anule em nosso intimo e em nossos instintos inferiores todas as vibrações e sentimentos negativos e nos dê o raciocínio Divino, para que sejamos prósperos, fraternos, amorosos e generosos, com tudo e com todos que nos cercam e compartilham a nossa vida e destino. Ilumine nossas mentes, para que tenhamos a Fé necessária, para buscar em nossa origem o Divino Criador e entende-lo a partir de nós mesmos, tendo o conhecimento e o respeito necessário a tudo e a todos da Criação.

Salve nosso Pai Oxossi! OKÊ, Aro!
                 
Oração a Oxóssi

OKIARÔ OXOSSÍ ! OKÊ OKÊ

Senhor das matas e da vida silvestre, neste momento, Pai, sou sua flecha.

Sou a força do seu arco, sou tudo o que é, a agilidade, a sabedoria. Faça de mim, soberano caçador, uma pessoa de sucesso, e que haja fartura em minha casa.

Dê a mim sabedoria para agir, paz para construir meus ideais, força para seguir sempre.

Oxossi, rei das matas, da lua, do céu azul, que seja eu leve como o pássaro que voa, livre como o cavalo que corre, forte como o carvalho na mata, direto como a sua flecha.

E que eu vença e seja feliz sempre !!!

Divino Pai do Reino Vegetal,

Onde a Vida se renova sem sangrar,

Quero beber da seiva pura das Tuas matas,

Para me curar e renascer.

E nos Segredos encantados onde habitas,

Peço licença para entrar e aprender.

Busco a cura da alma e do corpo

E sei que no Teu Reino vou encontrar.

Vou me cobrir de folhas

E me banhar dos seus segredos,

Limpando a mente das ilusões e medos;

Mirar o Alto da Tua Sagrada Flecha,

Que às Luzes do Criador vai me guiar.

Quero abraçar os animais e as plantas

A quem dedicas tanto Amor,

Assim nos ensinando que toda vida é Santa,

Embora feita de elos desiguais,

Mas que se juntam sob o Teu comando

Para varrer do mundo a ignorância e a dor.

Divino Pai,

Que nos ensinas a todo o instante

E a vida inteira,

Tu és o nosso Educador e Mestre,

A nos mostrar o valor de cada espécie

Do fabuloso Mundo em que campeias,

Extraindo sucos e remédios,

Domando feras e elevando os homens

Para honra e glória de OLORUM,

A nos mostrar

Que diante DELE e NELE, nós somos Um!…

Okê, Oxóssi!

Amado Paizinho,

Senhor da Flora e da Fauna,

Arqueiro Sagrado de OLORUM,

Que venha a nós a Cura Soberana

Do Teu Conhecimento Iluminado!

Dá-nos a Tua bênção, Divino Instrutor!





Fazer o bem sem ver a quem
As  pessoas devem ser motivadas e incentivadas a fazer a caridade. São como as crianças que começam a dar seus primeiros passos. Para isso, precisam da ajuda dos pais que lhes dão o apoio, as ensinam a caminhar e as incentivam a fazê-lo. Cada passo dado é comemorado por seus pais, fazendo com que a criança se sinta feliz e tenha vontade de caminhar. Com o tempo, a criança adquire a segurança de caminhar sozinha e quando vê, é capaz de fazê-lo. A mesma coisa são os filhos de santo (médiuns) que trabalham na casa. Eles precisam de apoio dos Orixás e das entidades que sempre estão ali, mas também precisam de apoio e incentivo daqueles que já criaram uma consciência e praticam a caridade. Devem ser incentivados a dar os primeiros passos para então depois pegarem “gosto” pela prática da caridade e começar a praticá-la por vontade própria. Eles vão sentir que o maior “prêmio” que podem ganhar é o sorriso daquele que recebe a doação. Com certeza, o maior beneficiado pela caridade é aquele que doa. Aquele que nada tem não precisa de muito e o pouco que recebe divide com os seus. Em nada vale doar com pena daquilo que se gasta ou por obrigação. A caridade verdadeira pode até ser pequena, mas tem que vir do coração, com alegria e sem esperar recompensa. Quando as pessoas conseguirem fazer a caridade, sem pensar no que gastaram, com alegria, conseguirão sentir a felicidade pelo ato que praticaram, lembrarão que o alimento que entregaram estará no prato e na mesa de uma família que nada tem o que comer. Que farão a alegria de uma criança que sente fome ou no aconchego e calor de quem nada tem para vestir. Conseguirão sentir o sorriso de quem nada tinha para comer e ganha um almoço quentinho,de quem não vai revirar o lixo para se alimentar, pelo menos por um dia. Entenderão que o sorriso de uma dessas pessoas é o mais importante nesse trabalho e que por alguns momentos diminui a dor daquele irmão e que isto não tem preço ou dinheiro que valha. Para isto deverão receber incentivos, pois muitos ainda não abriram seus olhos para a caridade. Neste ano que se inicia, que Oxum derrame o seu amor e plante no coração de cada um o amor incondicional ao seu semelhante, agregando pessoas, idéias, atitudes e semeando a caridade como forma de manifestação do amor maior. O ano é de muito trabalho, entretanto, devemos entender que não há crescimento sem vontade interior. Quando há união, há força para se realizar o que deseja. É como o trabalho das formigas que se unem e trabalham para que todos tenham alimento e abrigo. Uma ajuda a outra e como um batalhão conseguem construir sua casa e armazenar seu alimento. É o verdadeiro trabalho em comunidade. É o que se deve ser feito. Uma pessoa sozinha não conseguirá realizar tudo o que se tem para fazer. O ano é de realizações, mas com alegria e amor. Muitas idéias virão ao longo do ano por diversas pessoas para crescimento do trabalho.

Devemos entender que a caridade não é obrigação, mas sim amor, alegria, esperança, fraternidade ao seu irmão que muitas vezes só precisa de um abraço ou palavra. Os pequenos gestos feitos com amor, se tornam grandiosos aos olhos do Pai. Que todos possam um dia sentir a felicidade de ajudar ao seu irmão. Tenham certeza que aquele que doa com o coração cheio de alegria, será farto de coisas boas. Quem doa amor, recebe amor. Quem doa carinho, recebe carinho. Mas aquele que doar somente por obrigação, nada receberá. Por isso, este é o momento, vamos refletir e ver o que desejamos receber…
Que Oxalá abençoe a todos e que mamãe Oxum semeie no coração de cada um o amor divino.
VÓ MARIA (PRETA VELHA)


  
Persistirei até vencer

No Oriente, os touros jovens são testados para o combate na arena de um modo apropriado. São levados um a um para a arena, e permite-se que ataquem o picador que os provoca com uma lança. A bravura de cada touro é então avaliada com cuidado segundo o número de vezes que demonstra persistência para investir apesar da ferroada da lâmina, De hoje em diante reconhecerei que cada dia sou testado pela vida do mesmo modo. Se persisto, se continuo a tentar, se continuo a investir, serei bem-sucedido.

Persistirei até vencer.

Eu não cheguei a este mundo numa situação de derrota, nem o fracasso corre em minhas veias. Não sou ovelha à espera de que meu pastor me aguilhoe e acaricie, mas um leão, e me recuso a falar, andar e dormir com o rebanho. Não ouvirei aqueles que se intimidam e se queixam, pois tal doença é contagiosa. Eles que se unam ao rebanho. O matadouro do fracasso não é o meu destino.

Persistirei até vencer.

Os prêmios da vida estão no fim de cada jornada, não próximos do começo; não me é dado saber quantos passos são necessários a fim de alcançar o objetivo. O fracasso pode ainda se encontrar no milésimo passo, mas o sucesso se esconde atrás da próxima curva da estrada.

Jamais saberei a que distância está, a não ser que dobre a curva. Sempre darei um passo avante. Se este não resultar em nada, darei outro e mais outro. Em verdade, dar um passo de cada vez não é difícil.

Persistirei até vencer.

De hoje em diante, considerarei o esforço de cada dia como um golpe do meu machado no poderoso carvalho. O primeiro golpe pode não causar tremor na madeira, nem o segundo, nem o terceiro. Cada golpe pode parecer insignificante e sem nenhuma conseqüência. Contudo, a custo de tais golpes, o carvalho finalmente tombará. Assim também será com os meus esforços de hoje. Sou comparável a uma gota de chuva que lava a montanha; à formiga que devora o tigre; à estrela que ilumina a Terra; ao escravo que constrói uma pirâmide. Construirei meu castelo com um tijolo de cada vez, pois sei que pequenas tentativas repetidas completarão qualquer empreendimento.

Persistirei até vencer.

Jamais aceitarei a derrota, e retirarei de meu vocabulário palavras e expressões como “desistir”, “não posso”, “incapaz”, “impossível”, “fora de cogitação”, “improvável”, “fracasso”, “impraticável”, “sem esperança” e “recuo”, pois são palavras e expressões de tolos. Evitarei o desespero, mas se essa doença da mente me contagiar, então prosseguirei, mesmo em desespero. Trabalharei firme e permanecerei. Ignorarei os obstáculos sob meus pés e manterei meus olhos firmes nos objetivos acima de minha cabeça, pois sei que onde um deserto árido termina, a grama verde nasce.

Persistirei até vencer.

Eu me lembrarei das velhas leis comuns e as usarei em meu benefício. Persistirei com o conhecimento de que cada fracasso em vender aumentará minha oportunidade de êxito na tentativa seguinte. Cada “não” que ouvir me trará para junto do som do “sim”. Cada sobrolho franzido que encontrar apenas me preparará para o sorriso que chega. Cada infortúnio com que me deparar trará consigo a semente da sorte do amanhã. Eu preciso da noite para apreciar o dia. Devo fracassar muito para alcançar o sucesso definitivo.

Persistirei até vencer.

Tentarei e tentarei e tentarei de novo. Cada obstáculo, considerarei como um mero atraso em relação ao meu objetivo e um desafio à minha profissão. Persistirei e desenvolverei minhas técnicas como um marinheiro desenvolve a sua, aprendendo a escapar da fúria de cada tempestade.

Persistirei até vencer.

De hoje em diante, aprenderei e aplicarei outro segredo importante para o sucesso do meu trabalho. Ao findar de cada dia, independente de êxito ou fracasso, tentarei efetuar mais uma venda. Quando os meus pensamentos acenarem com o caminho de casa ao meu corpo cansado, resistirei à tentação de partir. Tentarei novamente, farei uma tentativa mais para fechar com vitória e, se fracassar, farei outra. Jamais permitirei que o dia termine com um fracasso. Assim, plantarei a semente do êxito de amanhã e ganharei uma insuperável vantagem sobre aqueles que interrompem o trabalho a uma determinada hora. Quando outros interrompem suas lutas, então a minha começará e minha colheita será plena.

Persistirei até vencer.

Não permitirei que o êxito de ontem me embale na complacência de hoje, pois essa é a grande razão do fracasso. Esquecerei os acontecimentos do dia anterior, sejam eles bons ou maus, e saudarei o novo sol com a confiança de que este será o melhor dia de minha vida.

Até onde o fôlego me acompanhar, persistirei. Pois agora conheço um dos maiores princípios do êxito; se persisto o bastante, vencerei.

Eu persistirei.

Eu vencerei.

Texto extraído do livro: O Maior Vendedor do Mundo, de Og Mandino



CABOCLO PENA AZUL
  Todo Caboclo Pena traz uma qualidade voltada para ensinar, doutrinar. A pena é de Oxóssi, Orixá do Conhecimento.
É um Caboclo de Iemanjá e Oxóssi.
Pode também vir sob a freqüência da Linha de Ogum (Ogum Rompe Mato) quando há necessidade da defesa do médium e do consulente.
Por ser um Caboclo de Iemanjá vem com a função geradora. A Orixá  irradia o tempo todo seu Fator Gerador e Criacionista, que estimula a geração e a criatividade das pessoas, trazendo oportunidades de crescimento nos Sete Sentidos da Vida, pois irá estimular a geração de vidas, de idéias, de fé, de amor, de conhecimento etc, logo, o Caboclo de Iemanjá conseguirá atuar nesses sentidos também.
São caboclos que em sua enorme maioria trazem o poder da cura, por serem exímios manipuladores da água, o elemento da vida, possuem grande capacidade para curar, regenerar tecidos recuperar a vitalidade de cada órgão das pessoas. Não são muito sérios, costumam falar mais que os caboclos de Ogum ou Xangô, existe muitas caboclas também sob a vibração de Iemanjá, geralmente são caboclos que atuam na praia ou no mar.
Incorporam de forma suave, porém mais rápidos do que os de Oxum, rodam muito, chegando a deixar o médium tonto.Trabalham geralmente para desmanchar trabalhos, com passes, limpeza espiritual, conduzindo essa energia para o mar.
Benzem os consulentes com água doce ou do mar.
A vibração dessa Caboclo deixa no terreiro uma sensação de leveza e suavidade.



POVO DO ORIENTE




SALVE O POVO DO ORIENTE!!!!
NAMASTÊ....

Ditado por Monge Yamashida
Por Rodrigo Queiroz
Receba meus votos de Paz e Luz!
Com alegria que venho em nome de um “povo” falar sobre nossa existência e organização aqui do lado espiritual. Não é novidade pra nenhum Umbandista a presença da Linha do Oriente ou mesmo “Povo do Oriente”. Tão anterior á manifestação oficial desta religião em solo brasileiro somos também um povo que
compõe parte da administração deste movimento religioso no lado etérico.
Os espíritos que atuam neste campo são muitos daqueles que viveram em terras já
extintas e por todo o Oriente propriamente dito. Seguimos as orientações e ensinamentos de nossa Luz Interior, esta é a presença divina em nós, é o Deus que
em nós habita e que faz de cada um de nós o Co-criador da Criação.
A evolução que o Ocidental tanto busca esperando que venha algo externo, um ser,
uma força, um alguém é um equívoco. Respeitamos toda crença, porém alertamos
sobre a certeza da frustração. Não há nada nem ninguém que possa fazer algo por ti, a não ser você mesmo. Portanto, atente ao princípio do mergulho em si, garimpe seu intimo, sua alma, sua consciência... Investigue por onde andas a Luz que está no seu interior.
Quando compreender estas palavras, terá encontrado o sentido da existência, de que você não é mais uma parte do Todo, você é único, como tal, peça fundamental para o equilíbrio do Universo e mais que isso, você como um ser que traz o gene do Divino, divino também é. Permita-se repudiar os vícios e informações equivocadas do meio que habitas, medite no silêncio do seu interior e como Co-criador do Universo então construa um habitat melhor para si e para todos. Auxilie no despertar do próximo a lição de que somos todos um só e o Universo age em unidade ainda que muitas partículas deste Todo insistam na prática do Caos.
Serene, pense e verbalize.
O Oriente não é uma demarcação geográfica como muitos tentam apregoar. O Oriente é um estado de consciência, de percepção sobre o Todo.
Não acredite que quando encontrar sua Luz Interior, saberá que a encontrou, não. Sinalizo que a busca constante da Luz Interior é um bom exemplo daquele que se ilumina da própria Luz. Medite sobre isso, irmãos de Luz.
Namastê!
— com Elemar Oliveira.



A Psicologia da Umbanda




A Psicologia da Umbanda
Senhor Malta, homem distinto e freqüentador efetivo da Sociedade Carioca, reflexo de sua grande performance como cirurgião plástico, era por todos admirados não só por sua habilidade em corrigir e embelezar corpos físicos, mas também por seu alto senso de bondade para com os menos abastados. Uma vez por semana dedicava-se a trabalhos caritativos junto a um Asilo de Idosos próximo a sua residência.

A todos tratava com gentileza e simplicidade, e os colaboradores daquela casa assistencial nem sequer imaginavam que aquele humilde voluntário era pessoa de alto padrão sócio-econômico e cultural.

Malta não media esforços no sentido de amparar aqueles que, por razões diversas, viviam sob o estigma da pobreza e da indiferença.

Uma vez por mês dedicava-se a cirurgia gratuita, reparando rostos desfigurados, anomalias físicas e outros defeitos corporais, que infligiam pessoas carentes, sem meios de custear intervenção médica de tamanha complexidade.

O tempo corria suave, como brisa a tocar os botões de flores, dando lhes boas-vindas ao mundo das formas.

Homem casado, pai de 2 filhos, tendo esposa a quem amava e era amado, Malta sentia grande satisfação e felicidade por tudo o que Deus lhe proporcionara nesta vida. Católico praticante, lá estava ele pelo menos 3 vezes por semana a assistir a missa, comungando com Jesus Cristo e agradecendo por mais um dia de trabalho e de convivência fraternal com sua família, a quem tanto amava.

Era proprietário, juntamente com Núbio, seu sócio, de respeitável clínica de cirurgia plástica, encravada na zona nobre da cidade, tendo clientela formada na sua maioria de empresários, políticos e outras pessoas de grande poder aquisitivo.

Em determinada ocasião, por razões que só a Espiritualidade é dado explicar, foi induzido por Núbio a assinar alguns papéis, assim o fazendo, pois confiava na amizade de mais de 20 anos com seu amigo e sócio.

Passados três meses, eis que a bomba estoura: o sócio e até então amigo Núbio tinha vendido a clínica e sumira com todo o dinheiro. Malta ficou estarrecido com a situação, não acreditando na realidade amarga que jazia diante de si. E descobriu ainda que o agora traidor tinha feito um empréstimo bancário, apresentando como avalista ele, Malta. Lembrou-se imediatamente dos papéis que tinha assinado em ocasião outra. As lágrimas vertiam-lhe a face, o tremor tomava seu corpo e uma raiva colérica apossava-se de sua mente, fazendo-o expressar no sombrio rosto desejo de vingança.

Como iria sustentar sua família? Como arcar com as despesas? Como pagar a dívida bancária? Como iria viver?

Do lado espiritual, seus protetores faziam de tudo para lhe confortarem diante de tamanha provação. Entretanto, os fluidos emanados dos espíritos não conseguiam penetrar-lhe, pois Malta criara e alimentava de forma contínua em torno de si poderoso campo magnético densamente negativo, produto de seu ódio e desespero. Já apresentavam-se, tal qual nuvens negras, uma série de espíritos de ordem inferior, atraídos instintivamente pelos fluidos negativos emanados por Malta. Inspiravam-lhe dar cabo da própria vida; transmitiam a sua mente imagens grotescas de sua mulher e filhos, que lhe acusavam de irresponsável e ingênuo.

Contudo, pequena brecha em sua casca magnética de ódio e rancor, fez com que poderosos fluidos de seus protetores pudessem alcançar seu mental, fazendo-o afastar a idéia de suicídio. No entanto, a vingança persistia e faria justiça a seu modo.

Soube mais tarde que Núbio instalara-se em suntuoso apartamento na zona nobre da cidade vizinha, e desfrutava de vida de rei, com o dinheiro ilicitamente conseguido. Malta pensou então em tirar a vida de seu desafeto, mas faltava-lhe coragem para isto. Pensava em como fazer para punir Núbio por todo seu sofrimento e de sua família.

Tomou conhecimento que funcionava perto de sua antiga clínica, um lugar onde se manifestavam espíritos e que, por sua ignorância, conhecia como macumba. Sem tempo a perder, Malta se dirige ao tal lugar, ansioso por conseguir seu objetivo: a vingança. Em lá chegando, foi encaminhado a um espírito que se identificava como Preto-Velho X. Expôs à entidade espiritual a história e queria que Núbio pagasse com a vida os momentos de dor que infligira a si e a sua família.

O Preto-Velho, com sua sabedoria, experiência e perspicácia, identificou os espíritos que obsediavam Núbio, solicitando aos Exus Guardiães imediatas providências. Afastados os perigos de ordem externa, restavam resíduos magnéticos negativos que teimavam em alimentar o escudo que circundava Malta, nutrido pelos fluidos emanados de sua própria mente.

O iluminado Pai Preto sabia que tal situação só teria resolução com métodos pouco ortodoxos. Estando ambos frente a frente, o Preto-Velho disse a Malta que iria "atendê-lo", mas que, para o sucesso da empreitada, ele, Malta, teria que estar ali no terreiro por sete vezes, sem faltas.

Passou-lhe banhos com ervas de alto poder de repulsão eletromagnética. Malta, ansioso pelo resultado a que aspirava, se comprometeu a tomá-los.

Os dias passaram e Malta, tendo seguido as recomendações do espírito, e com a expectativa de sucesso em sua vingança, começava a relaxar sua parte neuropsíquica, dando campo de atuação favorável a seus protetores. Paralelo a isto, continuou a freqüentar o Templo Umbandista, ocasião em que o Preto-Velho, já tendo como reequilibrar o mental de Malta, com transpasse de fluidos astral superiores em sua aura, lhe aconselhava a ter paciência do ocorrido, e de que o sentimento de vingança prejudicaria sua marcha espírito-evoluicional.

Malta, já em melhor estado psíquico, começava a absorver daquela simplória entidade, ensinamentos de alta significação espiritual. Preto-Velho X fazia-o relembrar os momentos de oração e fé no catolicismo, e de que neste momento de dor é que ele, Malta, deveria estar em maior comunhão com Jesus.

Aquele homem, outrora abalado pelos incidentes que destruíram sua vida, foi colhido de grande remorso em razão da gravidade do pedido feito àquela entidade de luz, frente às máximas do Cristo Jesus: amor e caridade.

Na sétima e última vez em que era necessário a sua presença no terreiro, Malta, envolvido em feixes cristalinos da Espiritualidade Superior, pediu ao Preto-Velho que não concretizasse a vingança solicitada (e nem iria, pois Entidades da Corrente Astral de Umbanda só fazem o Bem), e que deixaria nas mãos de Deus o desfecho da situação. Ao final da conversa, o Preto-Velho X disse-lhe que breve chegariam novidades.

Após dois meses de sua última visita ao Templo, Malta, agora morando de favor em casa de parentes, recebe com surpresa a visita de Núbio, que, em correntes lágrimas, lhe pedia perdão. Malta, lembrando das doces e sábias palavras do amigo espiritual, afagou com carinho seu outrora desafeto, como um pai a acolher um filho em desespero.

Núbio devolveu-lhe todo o dinheiro que havia lhe usurpado. Quitou a dívida bancária, restituindo assim a Malta tudo aquilo que lhe era de direito.

Malta continua católico, mas, ainda hoje, visita o terreiro de Umbanda, não para pedir, mas para rever o novo amigo, Preto-Velho X, e lhe agradecer por todo o carinho, a atenção, o amor, o amparo, a dedicação, e sua eficaz PSICOLOGIA ESPIRITUAL!!!

Salve a Linha Iluminada dos Pretos Velhos... Adorei as Almas.



A UMBANDA E O EVANGELHO DE JESUS




A UMBANDA E O EVANGELHO DE JESUS

A Umbanda vivencia o Evangelho de Jesus em sua essência através da manifestação do amor e da caridade prestada pela orientação dos guias e protetores que recebem a irradiação dos Orixás. Encontramos no terreiro da verdadeira Umbanda entidades que trabalham com humildade, de forma serena, caritativa e gratuita; espíritos bondosos que não fazem distinção de raça, cor ou religião, e acolhem todos que buscam amparo e auxílio espiritual, conforto para dores, aflições e desequilíbrios das mais variadas ordens.

A Umbanda convida o homem a se transformar. Assim sendo, o consulente recebe esclarecimento sobre sua real condição de espírito imortal, ou seja, é levado a entender que é o único responsável pelas próprias escolhas, e que deve procurar progredir na escala evolutiva da vida, superando a si mesmo. Mas para transformar- se é preciso estar pronto para compreender as energias que serão manipuladas, porque elas trabalham com o ritmo interno. Ouvir a intuição é, portanto, ouvir a si próprio; é saber utilizar os recursos necessários que estão disponíveis para efetuar a mudança do estado de consciência.

Por isso, transformar significa reverter o apego em desapego, as faltas em fartura, a ingratidão e o ressentimento em perdão.. É não revidar o mal, mas sempre praticar o bem.

Dar sem esperar reconhecimento ou gratidão. A beleza da vida está justamente na ?individualidade? , no ser único, criado por Deus para amar. E este ser único está ligado à coletividade pelos laços do coração e da evolução, a fim de aprender a compartilhar, respeitar, educar e ser feliz.

Somos o somatório dos nossos atos de ontem: por ter cometido inúmeros excessos, estamos conhecendo a escassez, ou melhor, sempre atuamos à margem, não conseguindo nos equilibrar no caminho reto, pois o processo de evolução é lento, não dá saltos, respeita o livre arbítrio, o grau de consciência e o merecimento de cada um.

A Umbanda pratica o Jesus consolador, e, silenciosamente, vai evangelizando pelo Brasil afora, levando Suas máximas: ?A água mais límpida é a que corre no centro do rio, pois as margens sempre contêm impurezas?. ?Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o amanhã cuidará de si mesmo?, pois Ele nos envia o Seu amor incondicional, que não impõe condições, porque não julga, não cobra, apenas Se doa e espera pelo nosso despertar para as verdades espirituais, para o homem de bem que existe dentro de cada um de nós.

Quando Jesus se aproximou de João Batista, que, com os joelhos encobertos pela água do Rio Jordão, mais uma vez falava do Messias, ao olharem-se um ao outro, uma força poderosa instalou-se sobre todos os circunstantes. Jesus então aproximou-Se de João Batista, e este ajoelhou-se aos pés do cordeiro de Cristo. Mansamente Ele o levantou e agachou-Se sinalizando para que João O batizasse. Nesse instante único, vibraram intensamente sobre Jesus, no centro do seu chacra coronário, o Cristo Cósmico e todos os Orixás. Foi preciso que o Messias fosse ?iniciado? por um mestre do amor na Terra, para que se completasse Sua união com o Pai, e ambos fossem um. Esse é um dos quadros históricos mais expressivos e simbólicos que avalizam os amacis na Umbanda.

Texto extraído do livro ?Umbanda Pé no Chão ? Um guia de estudos orientados pelo espírito Ramatís ( Editora Conhecimento)



Exu Caveira




Exu Caveira

O mistério EXU CAVEIRA

Muito já se ouviu falar sobre esse poderoso guardião, mas sempre todos os textos que se referem a ele vêm recobertos de muita mística e pouco significado. Muitos são os médiuns que ainda sentem estranheza e medo dessa manifestação quando ela deveria ser acompanhada do entendimento da magia e da firmeza desse poderoso exu.

QUEM É EXU CAVEIRA?

Exu caveira pertence a uma legião de espíritos que atua na falange de Omolu/Obaluaiê tendo como característica o processo de desenlace da memória carnal dos desencarnados. Atuam nos cemitérios, nos hospitais preparando os portais que levarão essa alma para os próximos planos de existência. Nem sempre vem com essa aparência ?encaveirada?, muito menos se apresenta com foice, o que lembraria a figura mitológica da ?MORTE?. Esse espírito dispõe de várias roupagens fluídicas e as vezes se apresenta em forma de caveira simplesmente para retratar que todos nós de fato SOMOS caveiras ENCARNADAS( recobertas de carne) e portanto isso não justificaria um medo de nossa própria identidade física real, pois como bem diz o mentor supremo da Umbanda , nosso Caboclo das Sete Encruzilhadas, a morte nos nivela por iguais e vemos que na vida espiritual não temos sexo, raça, cor dos cabelos ou olhos. Todos somos inicialmente CAVEIRAS caminhando para a transcendência.

AS MANIFESTAÇÕES EM SEUS MÉDIUNS:

Essas manifestações são sempre acompanhadas de bastante peso no corpo e intensa atividade dos chakras que determinam a intensidade do fluxo energético circulando e estabelecendo as conexões que permitirão uma plena comunicação entre o espirito e o médium comunicante. Alguns trejeitos como mãos em forma de caveira, rostos transfigurados apenas refletem de início o próprio medo do médium e a sua tentativa de entender e traduzir aquela manifestação, que por vezes pode causar no consulente um certo espanto, mas as consultas com esse grande mestre são sempre muito tranquilas e acompanhadas de grande sabedoria em suas mensagens.

TODOS NÓS SOMOS CAVEIRAS!

Portanto irmãos, todos nós temos um laço, um vinculo muito intimo com essa entidade, mesmo que não tenhamos a honra de sermos seus veículos, porque eles nos trazem a certeza da passagem desse plano para outros em condição de igualdade dos seres, uma grande mensagem de humildade e a confirmação de que existe VIDA após A MORTE DA CARNE. Associar esse espírito ao negativo, como qualquer outro guardião é um EQUIVOCO pois eles como todos os outros EXUS recebem autorização superior para vir trabalhar na caridade pelos seus assistidos e desfazer todos os processos de baixa magia que venham a atingir seus protegidos.

LAROYE EXU CAVEIRA!
Por Pai Alex d?Oxalá



Linha de Caboclos




Linha de Caboclos


Estou aqui para oferecer um resumo de minha opinião em relação a essa linha, nesse caso me limitarei apenas a ela tentando elucidar apenas um pouco do culto de outras casas.

São espíritos que em sua encarnação foram índios, oriundos das mais variadas regiões de nosso globo, plasmam-se como espíritos que viveram grande parte de sua vida ou toda a sua vida, na floresta, no bom relacionamento com a flora e fauna da região onde viviam.

Gostaria de fazer uma ressalva, que muitos índios, mesmo antes de entrarem em contato com a ciência do homem branco, possuíam uma cultura extremamente avançada, infestada de parábolas e excepcionais filosofias de vida, o interessante, é que muito desse conhecimento, assemelham-se à cultura oriental.

Na Umbanda, eles representam a jovialidade, a força, a juventude, o período mais longo de nossas vidas, onde adquirimos o senso de responsabilidade, formação sólida de caráter e onde toda a nossa inteligência e conhecimento transmutam-se em sabedoria. São espíritos que se apresentam de forma séria, exímios trabalhadores nas demandas, curas e limpezas etéreas, muitos caboclos apresentam-se como verdadeiros conselheiros, amigos, sempre dispostos a fornecer uma palavra de coragem e ânimo, outros caboclos já não são muito de consultas, atuam mais no desmanche de feitiços e outras cargas deletérias que absorvemos direta ou indiretamente do astral.

A Falange de caboclos é muito vasta, muitos atuam nas mais variadas égides, como a de Xangô, Ogum, Oxossi, entre outros orixás, dependendo da vibração da qual o caboclo atua, ele tem uma característica peculiar, uns são exímios curandeiros, outros guerreiros vencedores de demanda, outros muito velhos, servindo como ótimos amigos e conselheiros é uma falange que não possui uma característica padrão em relação ao comportamento da entidade.

Sua cor geralmente é o verde, em alguns casos acrescenta-se o branco, mas pode variar dependendo da vibração atuante do caboclo, seu próprio fio-de-conta pode variar. Suas oferendas geralmente são frutas, flores, alguns solicitam charuto e cerveja em suas oferendas, já vi casos de caboclos solicitarem vinho branco ou tinto. O pano que cobrirá a oferenda também dependerá do caboclo bem como o local da entrega. Alguns recebem em matas fechadas, outros sobre uma pedra, outros mais próximo a um rio, outros em campos altos e de grama rasteira, também dependerá da forma que seu caboclo trabalha e o local escolhido para ele transmutar as energias, cada entidades tem o seu campo santo mediante a vibração que atua, portanto, cada qual tem um local determinante para abrir os seus portais. Sua saudação é Okê Caboclo.

Os caboclos costumam trabalhar com todos os elementais, seja o fogo da vela aliado à fumaça do charuto, onde também representa o elemento ar, a água, a terra, os vegetais. São os verdadeiros guerreiros de Umbanda, sendo muito respeitados pelas demais linhas, geralmente são os responsáveis pelo ori do filho, o mentor de toda a corrente umbandista do médium.

Muitos são os espíritos que atuam sob essa roupagem fluídica, costumo dizer que o caboclo é o alicerce de uma casa de Umbanda, dentro de minha crença, são as entidades que têm total autonomia sobre os exus.

Os caboclos, dependendo da vibração da qual estão imantados, ou seja, energizados, apresentam uma característica diferente, como citado acima. Gostaria apenas de salientar que todos os caboclos possuem a sua vibração original, mas isso não impede que ele possa atuar sobre outras vibrações, por exemplo, o senhor Pena Branca é um caboclo onde sua vibração original é oriunda de Oxalá, mas já vi outros caboclos que trazem o mesmo nome, atuando sob a vibração de Oxossi ou até mesmo Ogum.

Ocorre muita confusão em relação a isso, outro exemplo típico é o Sr. Pena Dourada, originalmente ele é de Oxum, mas já o vi atuando também em filhos de Oxossi. Mas a título de referência, de acordo com a minha experiência, tentarei esmiuçar abaixo de acordo com as minhas experiências:

Caboclos de Oxalá

A vibração de Oxalá é aquela que nos traz a Paz, a Pureza de Espírito, são caboclos que atuam na camada mais sutil do Centro, em nossos centros psíquicos, nos preparando para os trabalhos litúrgicos dentro do terreiro. Falam muito baixo, costumam conversar, atuam também na área de saúde. Muitos ocupam cargos de chefia dentro da falange dos caboclos e dos próprios templos.

Alguns caboclos que atuam nessa vibração são Pena Branca, Águia Branca, Urubatão da Guia, Tupã, Aimoré, Caboclo do Sol.

Caboclos de Iemanjá

São caboclos que em sua enorme maioria trazem o poder da cura, por serem exímios manipuladores da água, o elemento da vida, possuem grande capacidade para curar, regenerar tecidos recuperar a vitalidade de cada órgão das pessoas. Não são muito sérios, costumam falar mais que os caboclos de Ogum ou Xangô, existe muitas caboclas também sob a vibração de Iemanjá, geralmente são caboclos que atuam na praia ou no mar.

Entre os caboclos mais conhecidos dessa vibração estão Jurema da Praia, Iara, Ondina, Jandira, Jacira, Caboclo da Lua, Beira-Mar, Ubirajara.

Caboclos de Ogum

Geralmente são sérios, atuam mais na Ordem do centro, inibindo a ação de entidades maléficas e desmanchando demandas, são austeros, destemidos e onde atuam a Paz deve existir, por trabalharem sob uma vibração que representa a força, o desejo de vitória, limitam-se apenas em trabalhar vencendo as Guerras que cercam os templos Umbandistas, atuam na limpeza da Egrégora da casa.

Alguns deles são: Rompe-Mato, Beira-Mar, Pena Vermelha, Quebra-Ferro, Rompe-Ferro, Sete Estradas, Sete Lanças, Sete Escudos, Sete Ondas.

Caboclos de Xangô

A Vibração de Xangô é a Justiça Carmica, é a Lei irrevogável e onipresente Cosmica, são caboclos extremamente sérios, falam muito pouco, atuam também no trabalho de desmanche de feitiços, fazendo prevalecer a justiça para com os adeptos necessitados, alguns são exímios feiticeiros, curandeiros e quimbandeiros, assim como a maioria dos caboclos de Ogum, os caboclos de Xangô também atuam na esquerda e na direita em sua maioria, a Justiça deve prevalecer independente do que aconteça. Alguns caboclos de Xangô estão diretamente ligado aos exus, que são os soldados do astral que auxiliam na Ordem das coisas.

Seus brados de guerra são muito intensos e breves.

Entre alguns caboclos estão Treme-Terra, Cachoeira, Mata Virgem, Rompe Pedra, Sete Luas, Caboclo do Vento, entre outros.

Caboclos de Oxóssi

De todos os caboclos, são os que mais falam, é a vibração que representa todos os caboclos em geral, costumam apresentar-se como bons conselheiros, ótimos curandeiros e benzedeiros.

Alguns caboclos que atuam sob a égide de Oxossi Guaraná, Jurema, Sete Encruzilhadas, Sultão das Matas, Araribóia, Cobra Coral, etc.

Caboclos de Oxum

São caboclos que trazem todo o encantamento e doçura dessa vibração, Oxum é a vibração de uma verdadeira mãe, protetora, amiga e sábia, assim são os caboclos que atuam sob essa vibração.

Alguns caboclos que já presenciei de Oxum são Pena Dourada, Iracema, Indaiara, Jandira, Jurema dos Rios, etc.

Caboclos de Obaluaie

São muito poucos caboclos que atuam sob essa vibração, são caboclos muito sérios, falam muito pouco e costumam também realizar seus trabalhos na esquerda. Seus brados de guerra geralmente são muito curtos e ocos.

Alguns caboclos da linha de Obaluaie/Omulu são Arranca-Toco, Vira-Mundo, Urutu, etc.

Algumas vibrações como Nanã, Iansã, Oxumaré, geralmente transmitem aos seus filhos boiadeiros, o caboclo que o filho trabalha durante os trabalhos Umbandistas, geralmente é o do segundo orixá de seu ori. Raros os casos, por exemplo, de um caboclo de Iansã, como até mesmo o Ventania, que para mim sua vibração é oriunda de Xangô ou até mesmo Sete Flechas, que eu já vi muita filha de Iansã trabalhando.

Geralmente essa linha é evocada na abertura, para limparem a casa de todos os malefícios que eventualmente ali adentram, em minha opinião, é a linha de maior poder espiritual que atua sobre a egrégora da Umbanda, em outras palavras, em termos de força guerreira; É uma linha que respeito muito e acho de ilibada importância para os trabalhos umbandistas.

Os caboclos também são constituídos de nômades que atuavam no Oriente, já vi alguns caboclos se plasmarem totalmente vestidos, com roupas longas, denotando uma descendência mais oriental, vale lembrar que os índios do norte da América também utilizavam roupas. Muita são as tribos que atuam nos trabalhos de Umbanda, apenas citando alguns: Sioux, Apaches, Chippeway, Comanches, Iroqueses, Navajos, Peles-Vermelhas, entre outras tribos do norte da América, também temos a presença dos Incas, Maias e Astecas que situavam-se mais na América Central e a vasta quantidade de tribos brasileiras, como Tupiniquins, Tupinambás, Aimorés, Tupis, Tamoios, Guaiacurús, entre outras tribos, onde alguns caboclos receberam como nome de trabalho, o nome de sua própria tribo.

Outro aspecto importante que já vi acontecer em terreiros, é o médium de qualquer forma querer ter um cacique, vale salientar aqui que em nem todos os casos, o cacique é o que possui maior luz, maior hegemonia sobre os trabalhos, vale lembrar que o tempo de trabalho e a intensidade do trabalho de uma entidade é o que determina seu conhecimento, experiência e nível evolutivo, e como eu sempre digo, cada qual na sua função. Nas tribos existiam diversos cargos, como os guerreiros, entre eles, havia o seu chefe de Guerra, os Xamãs, que em algumas tribos também são conhecimentos como pajés, que eram os curandeiros da tribo, muitos eram conselheiros e exímios manipuladores de energia, tinha os vigias, os caçadores, entre outros grandes cargos dentro de uma mesma tribo. O seu pode não ser cacique, pode não ter o penacho até o chão, mas isso no mundo espiritual nada quer dizer, mais vale o grau evolutivo e a forma altruísta de trabalho do seu caboclo ao tamanho do seu penacho. Eu já trabalhei com quatro caboclos, dentre eles, apenas o Sr. Pena Branca era cacique, o meu chefe de ori, Sr Urubatão da Guia era um xamã entre os peles-vermelhas, o caboclo do Sol um curandeiro e feiticeiro e o Rompe-Mato um guerreiro austero.

Essa é a linha de caboclos, sempre solicitados nas demandas, sempre solicitados quando é necessário a Ordem na Casa e geralmente são os chefes de congas nos terreiros de umbanda, o guia representante da vibração do seu médium e o responsável pelo comando da corrente umbandista de seu filho.



Saravá a Linha de Caboclos.

Okê Caboclo!








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