rateio do mês




Mãe e pai de santo quando passa o rateio do mês

Filho de Santo: Aiiii… mãe estou com dor de barriga, tô ruim.
Mãe… não posso ir, meu tio da vigésima geração do meu tataravô .. morreu…
Mãe, putz .. apareceu um serviço aqui de última hora. (esse pode até acontecer… ou não né kkkk)
Mãe.. mãe…infartei, morri. kkk

É pessoal o que muitos precisam entender que terreiro não vive de brisa, tem custas, tem despesas e quando todos colaboram tudo fica mais fácil sem sobrecarregar nas costas de ninguém. E isso não é só no rateio do mês, na compra dos itens, e nas festas em louvação do Orixá é em tudo. Tá faltando amor sabe.. responsabilidade e comprometimento.

E quando a mãe de santo manda o filho andar, catar coquinho é ruim ainda.

Cada dia que passa, aquela frase tão batida mas tão significativa fica mais forte: NÃO BASTA ESTAR, PRECISA SER.

Alguns filhos realmente não tem condições de ajudar, outros nunca colaboram com a casa, mas sempre tem a cerveja na geladeira, a baladinha não falta e tudo mais. Entendam ser médium ter mediunidade não é status.

Realmente está havendo uma falta de prioridade ai. Mas não é no buteco da esquina, na baladinha que quando precisam recorrem. Muitas vezes é nos pés daquele guia que ele não soube dar valor. Tem médium que não tem consideração nem com o próprio guia, que lhe protege vai ter com a casa e isso precisa mudar.

Acorda povo de santo, tem muita casa fechando por falta de presença séria e comprometida de seus médiuns e isso é triste. O que estou vendo de dirigente desanimado e fechando as portas não tá no gibi, e não é por falta de fé não, é porque uma andorinha não faz verão. Pensemos.

Ah.. e não é só para os médiuns não, CONSULENTE, pode colaborar com velas, utensílios, a casa é deles também. E isso é gratidão, colaboração, fé e amor por sua religião.

Filho de santo pode enganar o pai e a mãe no santo, mas seus guias estão vendo.

Cristina Alves
Dirigente do Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira



DIFICULDADES DE UM TERREIRO DE UMBANDA




DIFICULDADES DE UM TERREIRO DE UMBANDA
Hoje me peguei pensando nas dificuldades que existem em um terreiro de Umbanda, começando pela estrutura física, na dificuldade burocrática, na dificuldade de se encontrar e alugar um salão onde preencha as requisições mínimas que a prefeitura da região exija, fora que muitas pessoas não querem alugar seus estabelecimentos para terreiros porque acreditam que dependendo do que seja feito no local fique uma energia que pode ser tanto boa como ruim de acordo é claro com o que era praticado no local, também existe o abuso de muitas pessoas que quando ficam sabendo que o estabelecimento será alugado para um terreiro cobram aluguéis altos e colocam uma lista de regras que jamais existiriam se fosse para um aluguel comercial. E é claro fora o preconceito que é muitas vezes cruel, muitas vezes o zelador já está fechando o negócio quando ele comunica que será para um terreiro, o proprietário cancela na hora toda negociação, só quem passa e já passou por isso sabe o quanto é revoltante e desgastante. Não pelo direito do outro em si, mas pela discriminação jogada na cara. E mesmo os que têm seus estabelecimentos próprios precisam estar de acordo com esses requisitos básicos, caso contrário serão penalizados com multas severas.
As exigências de uma prefeitura e vigilância sanitária são muitas. Alguns exemplos: No mínimo dois banheiros, saída alternativa em caso de incêndio, extintores no local, ventilação, higiene adequada etc. A casa deve estar regularizada e registrada nos órgãos competentes para que futuramente não sofra acusações de curandeirismo e charlatanismo. Respeitar a lei do silêncio para que não sofra perseguições da comunidade em volta. Mas tudo isso, tem custas. Um aluguel com todas essas normativas é alto e muitas vezes o terreiro não consegue custear tudo isso, devido às condições financeiras dos integrantes da casa.
Nessas horas que vemos a estrutura e centralização e cooperação de todo um corpo mediúnico, porque eu particularmente acredito que a maior dificuldade é a financeira, tem médiuns que são extremamente prestativos e atenciosos quanto às dificuldades monetárias da casa em compensação têm outros que se você fizer um rateio para comprar uma toalha, por exemplo, inventa inúmeras desculpas, e sempre vem com aquele sorriso sem graça ah me desculpe esqueci. Alguns médiuns acham que o zelador tem que arcar com tudo, mas querem sempre o terreiro limpinho, cheirosinho, asseado, mas se esquecem que para a manutenção da casa vão muitos itens, se esquecem que como eles o zelador também muitas vezes tem suas dificuldades financeiras, tem suas contas para pagar e não vivem do terreiro, trabalham, tem seu salário suado todo mês. Tem médiuns que muitas vezes são os que menos ajudam, mas se chegarem ao terreiro e não verem um vaso flores, já começam a fazer o buchicho nossa o altar não tem uma flor, em muitos terreiros é sempre a mesma história sempre tem os mesmos a cooperar e os mesmos a encostar. As pessoas se esquecem que no exemplo de um vaso de flores não estão dando para os outros e sim estão dando em carinho e lembrança a seus orixás e que cada um deve zelar e ter esse carinho próprio. Fora que quem não quer ter uma casa bonita de axé. Já entrei em casas de extrema humildade, limpinhas, asseadas, mas que não faltava uma florzinha nos pés de oxalá, como também já entrei em terreiros que parecia uma casa abandonada sem dono, com flores de plástico sujas, imagens poeiradas, entregas velhas fedendo. Será que nesses lugares há presença espiritual realmente de espíritos de luz. É realmente vergonhoso entrar nesses terreiros ver filhos lá dentro que nada fazem. Muitas vezes casas numerosas, mas que filhos de fé mesmo nenhum.
Hoje enfrentamos o preconceito e a intolerância uma das maiores dificuldades, quantos de nossos irmãos e irmãs perderam oportunidades de trabalho porque assumiram sua fé e foram discriminados e excluídos. Hoje vemos igrejas evangélicas até de madrugada fazendo seus cultos há tantas horas, com microfones e caixas de som altíssimas, e ninguém fala nada, mas vai um terreiro e quebra a lei do silêncio, que até viatura aparece. A lei do silêncio sou a favor que seja respeitada, mas a lei tinha que ser para todos pelo menos seria a ética da lei. Mas sabemos que nos bastidores não é bem assim.
A ingratidão é uma outra dificuldade que principalmente os médiuns novos possuem no lidar, porque dói você ver que sua entidade ajudou uma pessoa, ela conseguiu seus intentos mas um dia você está passando na rua e cruza com a mesma pessoa, ela muda de calçada abaixa a cabeça fingindo que não te viu. Mas isso faz parte da Umbanda e devemos saber conviver com isso e ter a humildade do entendimento que as pessoas só dão o que os seus corações estão cheios. Jesus também deu muito, e foi crucificado em uma cruz.
A Umbanda é para todos, mas só permanece quem tem força e garra, porque muitos desistem quando se deparam com as dificuldades, ser umbandista não é para qualquer um é para gente de fé, gente guerreira.
Mas a Umbanda é mãe zelosa e mesmo para aqueles que lhe viram as costas quando se arrepende ela os agrega com a bondade e caridade de que lhe é típica. Muitos zeladores às vezes falam estou aprendendo a separar o grão do trigo, mas sabemos que não é bem assim que mérito teria dar remédio aos sãos.

Muita gente quer ser médium, quer incorporar, mas quando vê que não são flores se perdem no caminho, médiuns sérios, idôneos, comprometidos ai está uma grande dificuldade de um terreiro, porque infelizmente existem muitas pessoas que ainda não entenderam o que é ser médium, mediador de algo maior, não sabem serem instrumentos e se acham apenas tocadores de banda, que não aceitam uma crítica, não querem seguir uma doutrina, querem fazer o que bem entendem usando a roupagem que não lhes pertence, que é das suas entidades. Querendo méritos que não são seus. O maior mérito de um médium é ele ser humilde e saber que é instrumento de uma causa maior.
Enfim um terreiro pode ter suas dificuldades, mas não lhe pode faltar objetivo e meta, garra e força, fé e amor pelos Orixás porque isso já basta para vencer. E antes de cobrar algo, procure se conscientizar se está fazendo sua parte para melhorar.

Cristina Alves



Exu é caminho!




Exu é caminho!

Exu não é pinga. Não é baderna e nem bagunça. Exu não é bico de garrafa na boca e, também, não é embriaguez e muito menos baixaria. Exu não dá o que não deve, mas, se necessário, tira o que não serve. Exu é caminho, força e vitalidade. Não se vende, não se corrompe e não perde.

É força, planejamento e foco. É de natureza grandiosa e benevolente. No tabuleiro é Rei, torre, cavalo e bispo. Não é peão de ninguém. Quem o chama de servo, com certeza já é cativo de seu poder. Não é e nunca foi escravo de ninguém. Não baixa em sessão neo-pentecostal e muito menos perde tempo com sandices mediúnicas.

Alguns dizem que é o nosso melhor e o nosso pior. Discordo. É o que tem de melhor pra quem sabe ter postura, entendimento e discernimento. Como vejo a imagem do Exu que me acompanha? Como um General. Um senhor de princípios, valores e honra. Sim! Honra! Ingrediente que vem faltando na panela de muitas pessoas…

Exu não é bandido, marginal ou irracional. Exu é poder! Sim, alguns têm preço, seu 7 têm valores, que me ensinou e ensina. Com força quando necessário, com dor quando for preciso. Mas sempre junto e atento.

De tudo que tenho, daria tudo pra não ter a sua ausência. Minha história é escrita com a “caneta” dele. Gratidão Seu 7 navalhas, hoje e sempre.

Venha! Deixe Exu ser caminho na sua Vida.



MALDITOS SACERDOTES




MALDITOS SACERDOTES!!!
Se um Sacerdote cobra o serviço que faz é um vigarista,
Se ele não cobra, não sabe nada.
Se não ensina é um ignorante,
Se ensina, exige muito, demasiadamente.
Se pede uma contribuição aos membros do Templo é um “bon vivant”,
Se não pede, reclamam que no Templo nunca há nada.
Se as sessões são curtas, sua incorporação é débil ou está cansado,
Se as sessões são longas é um charlatão, só quer se mostrar.
Se não dá aulas descuida dos seus, quer todos ignorantes,
Se dá aulas, não assistem, não acompanham, reclamam que o nível é muito alto.
Se não faz uma visita, não liga para os seus,
Se o faz é porque quer se meter na vida dos outros.
Se diariamente os procura, não para de encher o saco,
Se não o faz, não “dá bola” para ninguém.
Se faz muitas cerimônias, rituais e reuniões é porque não tem vida social e não quer que ninguém tenha,
Se não faz, não está nem aí com a religião e com as pessoas.
Se tem personalidade e temperamento fortes é um arrogante exibido,
Se for ao contrário não se impõe, é um fraco!
Malditos Sacerdotes!!
Que nos escutam
Que nos dão atenção
Que nos consolam
Que nos recebem em suas casas
Que nos dão seu tempo
Que nos abrem suas portas
Que nos dão conselhos
Que nos dão consolo
Que toleram e perdoam nossos erros
Malditos Sacerdotes !!!!
(TEXTO: Awo Korede Odupawo



MARIA MULAMBO.




MARIA MULAMBO.

A lenda conta que Maria Mulambo nasceu em berço de luxo, seus pais coordenavam um pequeno reinado, mas não chegam a ser Reis.

Maria sempre foi muito bonita e delicada, cheia de trejeitos e sempre foi chamada de Princesinha, devido a sua beleza.

Quando tinha 15 anos, foi pedida em casamento pelo filho do rei, o príncipe tinha 40 anos.

Foi um casamento sem amor, o grande objetivo dos pais era juntar as fortunas e montar assim um grande reino.

Os anos se passavam e Maria não engravidava, mas o reino precisava de um sucessor ao trono.

Além de maria estar amargurada pois se caso contra vontade, ainda era chamada de árvore que não dava frutos, pois não tinha filhos. Mas Maria era uma mulher que apesar de tudo isso, praticava sempre a caridade, indo ao povoado e ajudando os necessitados e Doentes..

Em uma dessas ida ao povoado, conheceu um rapaz, “Foi amor à primeira vista”. Esse rapaz era viúvo e tinha três filhos e era somente dois anos mais velho que Maria.

Nenhum dos sois tinha coragem de assumir esse amor.

O Rei morreu, O Príncipe foi Coroado e Maria se tornou a Rainha daquele pequeno País.

O Povo amava Maria. No dia de sua coroação, os súditos não tinha o que lhe dar de presente, então fizeram um tapete de flores para Maria passar por cima.

Ela ficou muito emocionada. Seu marido, Agora Rei, estava com muita inveja, então trancou Maria no quarto e lhe deu uma surra de pontapés e socos. Bastava ele Beber e as agressões se repetiam.

Mesmo Machucada, Maria não deixou de ir ao povoado praticar caridade, num desses dias de visita, O amado de Maria a viu com tantas marcas, propôs à ela que fugissem.

Combinaram tudo…

Os pais do rapaz tomaria conta das crianças at´pe que a situação se acalmasse. Eles fugiram e Maria deixou tudo para trás, levando apenas a roupa do corpo.

O Rei no princípio mandou procura-la, mas desistiu.

Maria agora não se vestia de roupas luxuosas e sim com roupas velhas e feia, pareciam MULAMBOS. Mas estava muito feliz.

Maria engravidou… a notícia correu todo povoado e chegou aos ouvidos do rei, desesperado, sabendo que ele é que não poderia ter filhos (Para um rei, isso seria impossível). Ele precisava limpar seu nome.

Mandou seus soldados prenderem Maria, que agora já era chamada de Maria Mulambo.

Ordenou aos Guardas que amarrassem duas pedras nos pés de Maria e a Jogassem no fundo do Rio.

Ninguem soube do acontecido, Porém 7 dias depois de sua morte, começou a nascer flores no rio onde ela foi jogada. Os peixes eram abindantes naquele local, chegavam a pular fora d’água.

Seu amado desconfiou de tudo e mergulhou no rio em busca de seu corpo e o encontrou.

Mesmo depois de estar tanto tempo dentro do rio, o corpo estava intacto, parecia que ia voltar à vida, Os mulambos que Maria vestia quando foi jogada no rio já não existiam.

Maria gora estava coberta de joias e um lindo vestido de rainha.

Velaram seu copo em uma cerimônia digna de rainha.

O Rei enlouqueceu.

Seu amado nunca mais se casou, na espera de reencontrar Maria.

No dia que ele morreu, reencontrou Maria, O Céu se fez azul e teve inicio à primavera.

assim a conhecemos hoje como Maria Mulambo, até hoje invocada para casos de amores impossíveis.

Laroyé Maria Mulambo!








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