Oferenda de Ogum

23 de abril “Dia de São Jorge” é comemorado na umbanda o “Dia de Ogum”, e você pode fazer oferendas gratuitas para ter proteção o ano todo. Os trabalhos espirituais feitos para o orixá Ogum são fortíssimos dando proteção aos devotos e promovendo a anulação de feitiços enviados para prejudicar seus caminhos, fechando o corpo contra inveja, mau olhado, afastando os inimigos e rivais de sua vida profissional e amorosa. Neste dia dedicado a Ogum, o orixá da guerra, aquele que nunca abandona seus filhos no campo de batalha e aniquila com fúria os inimigos e rivais; realizamos oferendas especiais e fazemos a confecção de um patuá de Ogum que servirá de escudo protetor durante todo o ano para que o filho ou devoto de nosso querido Pai possa usar sempre consigo este objeto de grande proteção contra os inimigos carnais e espirituais.

Toda oferenda para um Orixá deve ser preparada com muito amor, lave as mãos em água corrente, firme a partir dai seu pensamento e inicie orações, depois continue meditando e invocando seu pedido. 
Comida oferenda para Ogum (melhora no trabalho, conquistas profissionais, amor, paz e saúde)
Ingredientes: 1 Bagre grande ou Costela com 7 ossos

1 kg de batata 

1 kg de cebola

1 kg de farinha de mandioca

3 pimentas Azeite de dendê

1 pitada de Sal
Modo de Preparo: Se limpa o bagre sem cortar as barbatanas e sem cortar.

Retiram-se as “tripas” pela cabeça, utilizando as mãos e sem cortar.

Depois de limpo tempera-se com um pouquinho de sal e as três pimentas da costa moídas.

Unta-se ele todo com azeite de dendê e leva-se ao forno para dourar.  Enquanto assa, cortam-se as batatas e as cebolas em rodelas e se frita no azeite de dendê, deixa-se esfriar, aproveitando o azeite de dendê para fazer uma farofa.

Em uma travessa grande de porcelana, cruzada com pemba branca e banha de ori, põe-se a farofa e por cima o bagre.

Em volta são colocadas às batatas e as cebolas todas untadas no aceite de dendê.

Acompanha a bebida correspondente e uma vela branca.

Obs: O mesmo procedimento é realizado com a costela.


                                                                     Abertura de caminhos

Ingredientes: Cará médio
                    Azeite de dendê
                    Mel
                    7 ákásás brancos
                    7 bandeiras brancas feitas com vara de laranjeira e morim branco
                    7 velas brancas
                    1 coco verde
                    Seu nome escrito num papael branco, á lápis, sete vezes
Oberó ( local para colocar a oferenda), obs tem que ser de ferro.


   Esta oferenda é destinada a abertura de caminhos, para Ogum cortar ajó ( confusões ), principalmente em abientes profissionais.

 Cozinhe o cará em bastante água, logo reserve e deixe amornar. parta - o ao meio e acomode no oberó ja lavado. regue uma parte com mel e outra com dendê. 

Passe os ákásás fechados em seu corpo de cima para baixo na frente e em suas costas, desembrulhe e coloque no meio do cará.

Finque uma bandeira branca em cada ákásá, de forma que fiquem em pé. 

Abra o coco e coloque dentro o papel com o seu nome escrito.

Ofereça este presente a Ogum em uma estrada, de preferência de subida, ao pé de um coqueiro alto e reto.

acenda as velas ao redor do prato e cloque o coco na frente.

Peça vitórias e que Ogum abra seus caminhos e desfaças os confuções.

Saia do local sem olhar para trás.

Boa Sorte


ADALU é um Adimu (comida, Oferenda, Agrado, trabalho) para Orixá Ogum:

O Orixá Ogun é um santo muito vigoroso, não foge a luta, olha por seus filhos, vence a batalha sem olhar o motivo, Ogum não conheceu a derrota nos campos de batalha a até a morte (Orixá Ikú) tinha medo deste Orixá.

         Ogum Irmão de Oxossi ensinou Oxossi a guerriar, então quando oferecemos a Ogun estamos ciente de que a Vitória é certa. Temido pelos Yorubas, respeitado e reverenciados pelo Candomblé e a Umbanda.

Ingredientes para Comida de Ogum:

Feijão preto Milho vermelho cozido Azeite-de-Dendê Cebola ralada Atàré moído Camarões seco.

Como Preparar a Comida do Ogum:

Misture o milho e o feijão, refogando com azeite-de-dendê, ataré (pimenta da costa), cebola e camarões.

Às vezes é oferecido acompanhado de carne dos animais sacrificados em seu ritual de matança, mas pode ser oferecido para qualquer finalidade, seja:

Para problemas no trabalho, brigas, inimizades, inimigos que te persegue, conseguir uma vitória com ajuda de Ogum, mas não é aconselhável para o Amor, pois Ogum é duro igual o aço e para trabalhos no amor é preciso flexibilidade que não é uma das caraterísticas do Ogun.


Oferenda a Ogum, para nos livrar de um processo judicial que tenha sido movido injustamente contra nós.

Numa beira de praia de mar (é o “habitat” de Ogum Beira-Mar, como se sabe), faz-se o seguinte:

Escreve-se o número do processo judicial (que nos foi movido injustamente) num papel branco, liso, isto é, sem pauta; Enterra-se esse papel, com o número do processo já escrito nele, na areia da praia;

Em cima do lugar em que se tiver enterrado o tal papel, coloca-se 3 (três) espadas de Ogum (Espada de São Jorge, como são conhecidas também), cruzadas; Em volta dessas 3 (três) espadas de Ogum,

acende-se 6 (seis) velas brancas, de cera; Uma sétima vela, deverá ser colocada um pouco adiante, ao lado de uma garrafa de cerveja branca, cujo conteúdo deverá ter sido derramado, em parte, no local em que fora feita a Oferenda. Isto feito, como se estivesse falando, verdadeiramente com o Orixá Ogum, poder-se-á. dizer, mais ou menos, o seguinte:

 “Meu querido pai Ogum! Salve o senhor! Ogum nhé Patacuri!

(no ritual de angola, diz-se: Jesse Jesse Patacuri Ogum lê) peço-vos com toda a confiança, que me livreis desse processo que estão movendo contra mim.

Não sou culpado e, assim, apelo para vossa poderosa interferência. Ajudai-me, pois meu pai Ogum!” Isto, aliás, no caso de se pedir antes de se ter obtido a graça, ou seja, no caso de se tratar de um voto.

No caso de se ter feito antes uma promessa e, portanto, de se estar pagando essa promessa, em vez de se pedir, agradece-se a Ogum por nos ter livrado do tal processo judicial.

É importante notar que, para o melhor resultado a se obter dessa Oferenda, deverá ser a mesma feita numa das horas planetárias de Marte e, se possível, estando o ofertante (o nosso irmão), com as costas viradas para o (nordeste — ponto colateral situado entre o norte e o este).

N.B. — Esta oferenda poderá ser feita, também, no centro de uma encruzilhada de Exu que, como digo antes, pertence a Ogum.

Neste caso, porém, antes de se preparar e entregar a Oferenda, deverá se pedir licença ao Exu dono da encruzilhada.

Essa licença poderá ser pedida apenas com palavras proferidas ao tom natural ou, se preferirem, cantando-se um ponto mais ou menos assim:

Exu, Rei da encruzilhada, me dá licença, por favor, para fazer essa arriada, a Ogum que é meu Senhor!

Neste caso, o papel com o número do processo deverá ser enterrado no chão, bem no meio da encruzilhada.

Essa mesma Oferenda também poderá ser feita defronte ao portão de ferro geralmente encontrado ao lado dos cemitérios.

Oferendas para Ogum quando necessitamos solucionar um caso por demais importante.

Também poderá servir, esta Oferenda, como obrigação a Ogum ou comida de Ogum, dado por médiuns de que ele é Orixá Chefe de Cabeça.

Numa entrada da mata, primeiramente se acende Uma vela de cera comum, branca, em homenagem ao Orixá das folhas Ossãe, e a ele se pede licença para fazer o “trabalho”.

Isto feito, faz-se o que se segue. Prepara-se o local, cobrindo-o com papel de seda branco e, sobre ele, papel de seda vermelho; No centro, em uma bandeja, coloca-se um churrasco de costela, untado com azeite de dendê;

põe-se, também, farinha; Em volta do churrasco, coloca-se rodelas de tomate e ovo cozido;

A seguir, abre-se uma garrafa de cerveja branca e despeja-se um pouco (até encher quase o copo) num copo branco, liso, virgem;

coloca-se num dos lados; Coloca-se a garrafa de cerveja com o que sobrar do líquido no interior, ao lado do copo;

No outro lado da bandeja, coloca-se um charuto de boa qualidade, aceso, sobre uma caixa de fósforos aberta; Depois de tudo isso feito, faz-se, então, a entrega da oferenda, como nos casos anteriores. Nota importante: Para que meus estimados irmãos possam fazer tudo a inteiro contento, darei, a seguir, o modo pelo qual deverá ser feito o churrasco de costela e, bem assim, o modo de ser preparada a farinha.

Vejamos.

Como preparar o churrasco e a  costela: — Prepara-se o churrasco, untando-se, antes, com azeite de dendê e temperando-se na forma normal e levando-se ao fogo para assar; Como preparar a farinha:

— A farinha deverá ser preparada com gema de ôvo batida e levada ao fogo para corar, com azeite de dendê.

Todos os médiuns de Umbanda, como se sabe, tem, pelo menos, um Orixá que é o dono de seu camutuê,isto é, dono ou responsável por sua cabeça ou, em outras palavras, possuidor, em especial, de sua mediunidade, para, assim, prestar a caridade aos demais encarnados e também aos desencarnados.

A esse, portanto, deverá cada médium fazer uma obrigação.

É isto o que, em outras palavras, se chama de dar à cabeça, de outras religiões.

O certo é que cada médium faça obrigações para todos os Orixás, inclusive o dono de sua cabeça.

No entanto, pelo menos para esse, deverá o médium fazer, de qualquer forma, uma Obrigação.

É uma espécie de Oferenda ou presente ou ainda agrado e de que os Orixás gostam muito, segundo a convicção umbandista ou, em outras palavras, na conformidade do próprio ritual e mesmo da própria literatura da Umbanda. Tais obrigações vão de uma simples vela, às vezes, até um verdadeiro banquete, como bem se poderá dizer.

São, porém indispensáveis e, não sendo feitas, claro é que o médium não terá a proteção total que deverá ter.

É um eró, isto é, um segredo da própria Umbanda.

É uma de suas inúmeras mirongas.

A obrigação de que aqui falo, pois, é uma das muitas que podem e devem ser feitas.

Não devem ser confundidas, porém, com as comidas a Orixás que, por preceito, se têm de dar nos terreiros.

Estas últimas, na realidade, são da responsabilidade dos chefes de terreiro, ou seja, dos Babalorixás e Yalorixás.

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Esse vídeo  é lindíssimo. 

Vale a pena ver.

Postei ele em 31 de out de 2011

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