Lendas de Ibeji

Ibejis são divindades gêmeas infantis, é um orixá duplo e tem seu próprio culto, obrigações e iniciação dentro do ritual.Divide-se em masculino e feminino,(gêmeos). No oyó cultua-se como erês ligado a qualidades de xangô e oxun. Popularmente conhecido como xangô e oxun de ibeji.Os orixás gêmeos protegem os que ao nascer perderam algum irmão (gêmeo), ou tiveram problemas de parto. Em algumas casas de candomblé e batuque são referidos como erês (crianças) que se manifestam após a chegada do orixá chamados de axé erês ou axêros. Em outras são cultuados como xangô e ou oxum crianças. Porém na verdade são orixás independentes dos erês.Por serem gêmeos, estão ligados ao princípio da dualidade e de tudo que vai nascer, brotar e criar.

LENDAS:

Existia num reino dois pequenos príncipes gêmeos que traziam sorte a todos. Os problemas mais difíceis eram resolvidos por eles; em troca, pediam doces balas e brinquedos. Esses meninos faziam muitas traquinagens e, um dia, brincando próximos a uma cachoeira, um deles caiu no rio e morreu afogado. Todos do reino ficaram muito tristes pela morte do príncipe. O gêmeo que sobreviveu não tinha mais vontade de comer e vivia chorando de saudades do seu irmão, pedia sempre a orumilá que o levasse para perto do irmão. Sensibilizado pelo pedido, orumilá resolveu levá-lo para se encontrar com o irmão no céu, deixando na terra duas imagens de barro. Desde então, todos que precisam de ajuda deixam oferendas aos pés dessas imagens para ter seus pedidos atendidos.






Cultura Afro-Brasileira

Sincretismo: Saiba como os negros escondiam seus orixás
O Sincretismo e as imagens católicas na Umbanda.
O Sincretismo na Umbanda remonta ao tempo da escravatura no Brasil. Os negros escravos queriam manter suas raízes religiosas, seus costumes e tradições, porém eram cerceados em suas intenções, pelos Senhores que não viam com bons olhos, todo e qualquer movimento tradicional e religioso em suas senzalas, punindo inclusive seus escravos com açoites, grilhões e outros artifícios para desencorajá-los das práticas de seus rituais recebidos de seus ancestrais nas terras de África de onde tinham sido aprisionados por grupos escravistas, encerrados em porões de navios, em péssimas condições, como era normal naquela época e vendidos como escravos, aqui no Brasil. Foi quando surgiu nestas paragens a Cia. de Jesus (jesuítas) comandados por Padre Manoel da Nóbrega, tendo entre seus integrantes o Padre José de Anchieta e outros mais, que aqui vieram com o intuito de evangelizar os negros e índios escravos. Por sugestão dos Jesuítas, os escravos optaram por colocar em seus Pegís, imagens e ícones católicos, com o fito de que os Senhores parassem com os castigos desnecessários. Como os ditos escravos pertenciam a várias tribos com rituais diferentes, começaram a surgir Pegís das diversas facções ou tribos originando assim uma gama extensa de sincretismo religioso. Lembremos que os orixás são apenas formas de energia, mas na Umbanda este costume das imagens se manteve devido à necessidade das pessoas em firmar o pensamento em coisas visíveis. Os mais empregados até hoje em determinados terreiros de Umbanda são os seguintes: ORIXÁS SINCRETISMOS OXALÁ, Oxaguian, Oxalufam: Menino Jesus de Praga, Jesus com 33 anos, Pregador Cristo, o Nazareno, crucificado – Senhor do Bonfim (Bahia) * Oxum N.S. da Glória, da Conceição, N.S. Aparecida * Iemanjá N.S. dos Navegantes (Bahia), N.S. da Conceição * Iansã Sta. Bárbara, Sta. Luzia, Sta. Joana D’arc * Nanã Santana, Sta. Terezinha, Sta. Edwiges * IBEJI Cosme, Damião e Doum, Crispim, Crispiniano * Xangô Agodô São João Batista * Xangô Alufam São Pedro * Xangô Agojô São Paulo * Xangô Kaô São Jerônimo * Xangô Alafim Tiago Maior * Xangô Aganjú São José * Xangô Abomi Sto. Antonio e São Benedito * OGUM São Jorge (São Sebastião na Bahia) * OXÓSSI São Sebastião (São Jorge na Bahia) * Obaluaê São Lázaro

 Mensagem de Dona Maria Mulambo
 Hoje falo à vocês que têm necessidades de definir, rotular e catalogar a tudo e a todos. Como se isso lhes desse alguma garantia de credibilidade e lhes amputassem as dúvidas que insistem em roubar-lhes a vida.

Primeiro, nós espíritos trabalhadores do bem, embora sejamos organizados naturalmente em padrões vibratórios que nos servem de moradas temporárias, não somos seres automatizados, criados em série, com códigos de barras.

Segundo, não somos serviçais particulares nem de cavalos nossos, nem de consulente algum. Nem nossa hierarquia nos obriga a fazer algo que não queiramos. Temos personalidades individuais, afinidades. Estamos em evolução e com um longo caminho pela frente. Ajudando a vocês, ajudamos a nós mesmos. Mas nem sempre é viável ou cabível a ajuda que nos pedem. Muitos de vocês não fazem nada, ou fazem muito pouco para melhorarem a  si mesmos, aos seus realcionamento e ao seu próximo. Querem soluções mágicas, sem esforços ou danos, fazem escolhas absurdas, se metem em todo o tipo de confusões, procuram o caminho mais difícil, jogam-se em abismos, atraem obsessores, fazem tudo errado. E depois ficam bravos quando não transformamos suas vidas em um paraíso da noite para o dia. Francamente, não somos santos e paciência tem limite, até do lado de cá. Se digo isso é porque sei o que é viver duramente. Muitos  são os que nasceram comprometidos com duras provas à resgatar, são esses os que mais precisam de nós, e têm a nossa cobertura, dentro do que nos é permitido ajudar.

Terceiro, ou vocês acreditam em nós, ou nos deixam em paz. Porque não temos nem interesse e nem tempo à perder com ingênuos que nos cobram, ou pior ainda, cobram de nossos cavalos, informações que nós não passamos para eles.  Nossos cavalos (médiuns) sabem penas o que queremos ou permitimos. Até sobre suas próprias vidas, não temos autorização para lhes passar todas as informações que gostariam. Que lhes interessa saber quantas encarnações eu tive, ou como vivi em cada uma delas. Criam as mais absurdas lendas a nosso respeito, isso até que nos diverte um pouco, quanta ingenuidade.

Entendam definitivamente  que nossa missão não é satisfazer curiosidades de quem quer que seja, não somos bobos da corte, para entretenimento de quem não tem nem fé e nem vida verdadeira. Aproveitem suas vidas de modo construtivo.

Sei que por muito tempo ainda, a maioria das pessoas irá acreditar que somos espíritos malignos, não tementes a Deus.

Ah meus queridos, se vocês soubessem quantos mistérios, quantos mundos e quantas realidades pairam sobre suas cabeças…

Mensagem de Dona Maria Mulambo, recebida pela Médium Claudia Baibich.



A missão de um boiadeiro na Umbanda..
O boiadeiro e seu “cavalo”.

Nos trabalhos de Umbanda os guias espirituais costumam chamar seus médiuns de cavalos, justamente para explicar que o espírito não “entra” no corpo da pessoa, mas apenas encosta nela. Ou como dizem os boiadeiros: “monta nela”… O espírito comanda os movimentos dessa pessoa como se estivesse atrelado a ela e, por isso, o médium atua como um cavalo. Já o Exu chama o trabalhador de burro, brincando com o fato de o médium ser teimoso como um!
A função da falange dos boiadeiros num grupo espiritual é a de organizar os eguns (almas penadas) e de limpar a aura dos participantes do passe. Eles também são muito bons em trabalhar com animais desencarnados, encaminhando-os para as Colônias Espirituais de refazimento. Como o boiadeiro é um espírito compenetrado, que trabalha na chuva e no sol, para cumprir sua meta; ao morrer é recrutado para prosseguir trabalhando, pois sua lealdade e dedicação são reconhecidas pelos Chefes de Falange.












Os boiadeiros normalmente servem às Linhas de Ogun e de Oxóssi ou de Ogun Rompe Mato (São Jorge, São Sebatião e Santo Expedito, respectivamente). Justamente pela semelhança com os centuriões romanos que foram santificados e que montavam seus cavalos para irem às batalhas. A saudação aos boiadeiros é: “Xetro Marrumbaxetro, Xetro ah!” ou “Minaketo Navizala!”
O boiadeiro gosta de fumegar seu cigarro de palha ou seu charuto e de beber sua bebida, com os quais faz a limpeza no ambiente e nos médiuns da casa; mas sem se embebedar ou prejudicar o médium que o incorpora.
Quem tem um boiadeiro nunca fica desamparado no dia a dia, pois este atua continuamente na proteção de seu assistido e de sua casa. Os boiadeiros podem ter sido em vida: vaqueiros, condutores de gado, peões ou capatazes, auxiliares de rodeio, entre outros; e entendem perfeitamente sobre a lida no campo, nas fazendas e nos currais. Por isso, auxiliam com habilidade aqueles que trabalham junto à natureza.






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