Logun Edé




LOGUN-EDÉ

É o resultado do encanto, ou do encantamento, de Oxossi Ibualama e Oxum Ieopondá. Divindade dos rios, Senhor da Pesca, que vive seis meses com o pai, Oxossi, na caça e seis meses, com a mãe Oxum, na água doce.Erradamente considerado como um Orixá “meta-meta”, ou seja, de dois sexos, Logun-Edé é um Orixá masculino, embora divida o tempo com os pais.

Logun-Edé é a beleza em pessoa. O encanto dos jovens, o namorado, o flerte. Logun rege a ingenuidade do jovem, a adolescência, a beleza adolescente. Seu encanto está no primeiro beijo, no primeiro abraço, na primeira oportunidade das “mãos-dadas”, no primeiro carinho.

Está presente no brilho do olhar, no perfume das flores, numa paisagem singela. É também o deus da arte, o principio daquilo que é belo e terno. É o príncipe das águas doces, da caça, da alegria e do jovialidade.

Encontramos Logun-Edé num grupo de jovens, na musica que os aproxima, no conhecimento e no encontro, na alegria de viver livremente. Porém, encontramos Logun-Edé também nas intrigas, nos segredos maldosos, pois ele é capcioso, matreiro, inventivo, meio moleque.

Mas, Logun-Edé rege fundamentalmente o carinho, o gesto meigo, o afago, pois trata-se de um Orixá extremamente dengoso, dependente, ciumento, singelo e manhoso.

É o deus da juventude, dos estudos. Sua presença é marcante nos colégios, escolas, faculdades, enfim, em todas as instituições de ensino, onde se concentram os jovens.

Logun-Edé é o encanto, o sorriso, o piscar de olhos, a vida jovem e ativa.

Também está encantado no mato baixo, nas matas pouco densas e, principalmente, nos rios, sua morada predileta.

Está ligado – como o pai, Oxossi – às artes de pintar, esculpir, escrever, dançar, cantar e a todas as atividades. Está ligado ao banho, pois também é filho de Oxum, deusa das águas doces.

Resumindo, Logun-Edé rege o romance, o namoro, as amizades, sendo ele o responsável pelos gestos amigos e sinceros entre as pessoas. Está encantado, também, nos pequenos animais, como o coelho, o porquinho da índia e os pequeninos pássaros.

Mitologia

Como já disse, Logun-Edé é o filho de Ibualama e Ieponda. Tem ele três irmãos: Ode Ifá, ligado ao ar, afilhado de Oxalá; Ode Issambô, ligado às plantas, afiilhado de Ossãe; e Ode Ilê, afilhado de Exu.

Logun-Edé sempre foi considerado como príncipe, filho de reis. Menino arisco, teimoso, levado, brincava sempre além dos limites da regência de sua mãe Oxum, que era a cachoeira. Porém, era admirado por todos, e muito querido também.

Certo dia, o príncipe Logun-Edé, contrariando as ordens do pai e da mãe para que não brincasse perto do rio por ser perigoso, resolveu arriscar, atravessando de uma margem à outra, montando num tronco de árvore.

Subitamente, o tronco virou e Logun-Edé foi para no fundo do rio. Mesmo sendo bom nadador, Logun não conseguia chegar à tona.

Aflitos, e pressentindo algo de errado, Oxossi e Oxum, seus pais, resolveram ir atrás dele e chegaram até o rio. O coração de mãe não se enganou. Oxum sabia que filho estava no fundo do rio e apelou para a força de Olorun, a fim de recuperar seu primogênito.

- Pai,- disse ela – não deixe que meu filho se afogue. Eu sou a Rainha das águas doces, e não poderia perder meu filho justamente no fundo de um rio. Salve-o Pai, salve-o!

E Oxossi também apelou ao pai Olorun:

- Não deixe que meu filho morra, Olorun, não permita!

E Olorun, atendendo aos pedidos do deus da caça e da deusa das cachoeiras, ergueu Logun-Edé do fundo do rio e advertiu:

-Ai está seu filho que, por sua teimosia, quase perde a vida. De agora em diante fica Logun-Edé, filho de Ibualama e filho de Ieponda, com a obrigação de zelar pelos rios e prover a pesca.

E, assim, Logun-Edé passou a reinar nos rios, a cuidar deles e ajudar aos pescadores.

O elemento de Logun-Edé está ligado aos pais: terra e água, dando a ele os poderes do pai e os da mãe.


Oração á Logum Edé

Menino deus

Senhor das brincadeiras e das alegrias constantes

Menino deus

Que abenções a vida e a terra citilante

Menino deus

Do abebé e do ifá que sua atenção caia sobre mim

Menino deus

Do ouro das pedras de arco-íris

Menino deus

Do arco e da flecha que aponta o destino

Menino deus da prosperidade

Menino rei da bondade

Menino deus guarda os meus passos

Menino deus me acolha em seus braços

Menino deus

Senhor do mundo

Senhor da esperança

Guie os meus passos

Sob seu manto azul e branco

Oração a Santo Expedito

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo, socorra-me nesta hora de aflição e desespero, meu Santo Expedito

Vós que sois um Santo guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, proteja-me. Ajuda-me, Dai-me força, coragem e serenidade. Atenda meu pedido (Fazer o pedido).

Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja de todos que possam me prejudicar, proteja minha família, atenda ao meu pedido com urgência. Devolva-me a paz e a tranqüilidade.

Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Muito obrigado, Meu Santo Expedito!

ARQUÉTIPO.

As características dos filhos e filhas de Logunedé é marcada por eles se sentirem presos numa armadilha do destino como mostra as diversas lendas.

São extremamente sensíveis a dor e ao sofrimento, que lhes dão, a sensação de que o mundo está de cabeça para baixo ou pernas para o ar.

Os filhos de Logunedé embora façam amigos com facilidades, não se envolvem profundamente com eles.

Podem ser masculinos ou femininos, eles sentem grande orgulho de sua beleza, de seu corpo.

Trato social fácil, bem humorados, calmos, educados.

Ambiciosos, dão muito valor ao conforto material.

Tendem a paixão pelo debate, e as vezes falam e discutem sem parar, principalmente sobre coisas que lhes agradam.

Mas não raro precisam se isolar, interiorizar-se.

Nessa fase, seu interesse pelo ocultismo e pela religião se sobressai.

Otimistas os filhos de Logunedé perseguem seus objetivos com precisão e procuram gastar energia em coisas que gostam.

Mas são como camaleão, costumam mudar de personalidade e de atitudes como quem muda de roupa.

Traços físicos harmoniosos, estatura mediana a alta, cabeça bem feita, rosto oval proporcional ao corpo, olhos de gato, que atraem e repelem ao mesmo tempo, nariz bem feito, bons dentes, voz agradável, tendência a engordar.

São pessoas de extremo charme e carisma, possuindo muitos amigos e admiradores.

Sentem imensa compaixão pelas pessoas que sofrem, sempre tentando ajudá-las.

A sinceridade é a maior virtude, porém irritam-se com muita facilidade.

Basta serem contrariados e sua fúria aparece, muitas vezes perdendo o controle de suas ações, custando muito a se acalmarem.

São perfeccionistas, querendo tudo ao seu modo. Não admitem erros de outras pessoas.

Agem por impulso, aproveitando ao máximo tudo o que a vida lhes oferece.

São muito curiosos e espertos. Geralmente, quando crianças, adoram desmontar seus brinquedos para ver como são feitos.

Na fase adulta, têm o dom de captar o íntimo das pessoas.

Os filhos de Logunedé têm muito interesse em aprender e viver novas experiências, assim como o orixá, adaptam-se a todo tipo de ambiente e sabem como agir em cada situação.

Machucam-se com facilidade as extremidades, mãos, pés e cabeça.

Desembaraçados, move-se com graça, elegância e refinamento.

Ciumentos e sedutores chamam a atenção de qualquer um. Super imaginativo destacam-se nas artes em geral, como música, teatro e dança.

São admirados por sua suavidade, inteligência e sensibilidade.

Estão sempre elogiando as pessoas e cercado de bons amigos.

Realmente sabem viver e aproveitar a vida, também disposto a deixarem que os outros vivam.

Estão sempre de bom astral, otimismo é a sua palavra chave.

Vontade firme e autoconfiança quase narcisista.

Embora possam assumir exteriormente um ar de indiferença às opiniões dos outros, na verdade se sentem abalados quando criticados.

São ternos com seus entes, mas poderão ser impiedosos com estranhos.

Apreciam o conforto material e colocarão seus desejos em primeiro lugar.

Ambiciosos, sempre alcançam seus objetivos.

Tem certa facilidade em aprender qualquer coisa e tendência a falar mais de um idioma.

Ser incomodado é algo que os aborrece, pois são atenciosos, modestos, corteses e gostam que os outros sejam assim também.

Detestam que conversem em tom alto ou digam grosserias. Sempre se esforçam para serem delicados, mesmo com o seu pior inimigo.









OXUMARÊ

Oxumarê é o Arco Íris, sinal de bons tempos, de bonança. É o Orixá da riqueza, do dinheiro, chamando carinhosamente de ” o banqueiro dos Orixás”. É a cobra sagrada Dan. Orixá da prosperidade, da fartura, do lucro.

O homem, que vive atrás do dinheiro, que trabalha para ganhar seu sustento, não pode imaginas, às vezes, que tem esta força da Natureza diariamente ao seu lado. Oxumarê esta presente praticamente em todos os momentos de nossa vida, pois tudo gira em torno do dinheiro.

Oxumarê está presente nas negociações, no pagamento de contas, no recebimento de um prêmio, na compra, nos negócios envolvendo gastos, lucros e despesas. Está presente nos bancos, nas financeiras, enfim, nos lugares onde se manuseia dinheiro.

Oxumarê é o perde/ganha do homem. É a felicidade de receber uma quantia e a tristeza de perder outra. É o elemento das grandes negociações, da aposta. Seu encanto está no tilintar das moedas.

É também o Orixá das prosperidades, da fartura, da abundância. É por isso que aqueles regidos por Oxumarê sempre estão bem e vida. Para eles o dinheiro não e problema. Gastam e ganham demais e estão sempre com os bolsos cheios.

Oxumarê é aquele que sabe fazer negócios. Quando se vai fechar um contrato, fazer uma compra, uma proposta, vender algo invocamos Oxumarê para nos orientar, pois ele é o Orixá que sabe negociar. É ele que sabe pechinchar, tratar, comprar e vender.

Oxumarê também é a beleza das cores. É o arco-íris, que vai colorir o céu, anunciando coisas boas. É o fenômeno que vai gerar o colorido do céus. É a beleza da cor, a hipnose da cobra, a felicidade do lucro.

Mitologia

Irmão gêmeo de Ewá e tendo com irmãos mais velhos Ossãe e Obaluaê – todos filhos de Nana – Oxumarê sempre foi frágil, franzino, mas dotado de grande inteligência e capacidade.

Um dia, viu-se frente à frente com Olokun pai de Iemanjá, que perguntou-lhe como poderia achar pedras brilhantes, preciosas.

Oxumarê pensou, pensou e respondeu ao Senhor do oceano:

- Meu rei, se quer as pedras preciosas, é preciso que faça um investimento e me dê seis mil búzios (moeda corrente na África antiga).

Respondeu Olokun

- Eu lhe dou!

E Oxumarê apontou para a própria casa de Olokun, o mar, explicando-lhe que nas partes rasas poderia encontrar o que procura. As pedras, nos pontos mais rasos do mar, brilhavam com a luz do sol.

Olokun ficou tão feliz que, além do pagamento dos seis mil búzios, ainda deu a Oxumarê a capacidade de transformar-se em serpente e poder, com a ponta do rabo, tocar a terra e com a cabeça tocar o céu.

Com tal poder, Oxumarê transformou-se em serpente, esticou-se até a terá de Olorun, no céu e com os seus mil búzios falou ao Criador:

- Pai, cheguei até o Senhor. Tive que esticar-me demais, para pedir-lhe ajuda, para fazer de mim aquele que tem capacidade de dobrar tudo o que tem.

E Olorun dobrou o número de búzios – de seis para doze mil.

Daí para frente, Oxumarê passou a ser consultado sobre os grandes negócios dos Orixás. Principalmente Xangô, que fez dele seu consultor, seus grande conselheiro, aumentando sua riqueza de deus do trovão, ao mesmo tempo em que a do próprio Oxumarê.

E este poder de se transformar em serpente e ir até o céu, originou uma saudação em forma de Orikí, muito bonito, que diz:

- Oxumarê ego bejirin fonná diwó.

“O Arco-íris que se desloca com a chuva e guarda o fogo no punho.”

Oração a Oxumarê

Pai Oxumarê,

Divino arco-íris da Alegria,

Do Encantamento e da Renovação,

Toca meu coração magoado

De tristezas que ninguém vê

E liberta a minha alma

Do rancor e da desilusão

Que me prendem num passado

Sem paz e sem calma.

Serpente da Sabedoria

Das Águas de Ouro do Amor,

Toca meu pensamento intranquilo

E deposita em meu ser

Doces gotas de Alegria,

Num jato Renovador,

Diluindo tudo aquilo

Da dor antiga e sombria

Que eu teimo ainda em reter.

Pai das Águas lá dos Céus,

Onde moram as Sete Cores,

Toca e desfaz esses véus

E me faz novo, de novo,

Qual criança renascida

Que em paz descansa,

Mansa e sem temores,

Abençoada e nutrida

Pela Tua Coorte de Erês.

Abraça a Terra, Pai Divino,

Dilui em nós toda mágoa,

Renovando e despertando

Todos os filhos Teus

Com o Poder Celestino

Das Tuas Cores e Águas.

Sustenta-nos em Tuas Mãos

E nos eleva do chão

Ao Colo Sagrado de Deus.

Salve o nosso Pai Oxumarê, o Senhor do Arco-Íris! Arrobobô, meu Pai!

Oração a São Bartolomeu

Glorioso São Bartolomeu, modelo sublime de virtude e puro frasco das graças do Senhor! Proteja este seu servo que humidamente se ajoelha a seus pés e implora que tenha a bondade de pedir por mim junto ao trono do Senhor.

São Bartolomeu, use todos os recursos para me proteger dos perigos que diariamente me rodeiam! Lance seu escudo protetor em minha volta e me proteja do meu egoísmo e de minha indiferença a Deus e ao meu vizinho.

São Bartolomeu , me inspire em imita-lo em todas as minhas ações. Derrame em mim suas graças para que eu possa servir e ver a Cristo nos outros e trabalhar para a Vossa maior gloria.

Graciosamente obtenha de Deus os favores e as graças que eu muito necessito, nas minha misérias e aflições da vida. Eu aqui invoco sua poderosa intercessão, confiante na esperança que ouvirás minhas orações e que obtenha para mim esta especial graça e favor que eu reclamo de seu poder e bondade fraternal, e com toda a minha alma imploro que me conceda a graça e ainda a graça da salvação de minha alma e para que eu viva e morra como filho de Deus, alcançando a doçura do Vosso amor e a eterna felicidade.

Amém!








Ibejis são divindades gêmeas infantis, é um orixá duplo e tem seu próprio culto, obrigações e iniciação dentro do ritual.Divide-se em masculino e feminino,(gêmeos). No oyó cultua-se como erês ligado a qualidades de xangô e oxun. Popularmente conhecido como xangô e oxun de ibeji.Os orixás gêmeos protegem os que ao nascer perderam algum irmão (gêmeo), ou tiveram problemas de parto. Em algumas casas de candomblé e batuque são referidos como erês (crianças) que se manifestam após a chegada do orixá chamados de axé erês ou axêros. Em outras são cultuados como xangô e ou oxum crianças. Porém na verdade são orixás independentes dos erês.Por serem gêmeos, estão ligados ao princípio da dualidade e de tudo que vai nascer, brotar e criar.
LENDAS:

Existia num reino dois pequenos príncipes gêmeos que traziam sorte a todos. Os problemas mais difíceis eram resolvidos por eles; em troca, pediam doces balas e brinquedos. Esses meninos faziam muitas traquinagens e, um dia, brincando próximos a uma cachoeira, um deles caiu no rio e morreu afogado. Todos do reino ficaram muito tristes pela morte do príncipe. O gêmeo que sobreviveu não tinha mais vontade de comer e vivia chorando de saudades do seu irmão, pedia sempre a orumilá que o levasse para perto do irmão. Sensibilizado pelo pedido, orumilá resolveu levá-lo para se encontrar com o irmão no céu, deixando na terra duas imagens de barro. Desde então, todos que precisam de ajuda deixam oferendas aos pés dessas imagens para ter seus pedidos atendidos.








Cultura Afro-Brasileira

Sincretismo: Saiba como os negros escondiam seus orixás
O Sincretismo e as imagens católicas na Umbanda.
O Sincretismo na Umbanda remonta ao tempo da escravatura no Brasil. Os negros escravos queriam manter suas raízes religiosas, seus costumes e tradições, porém eram cerceados em suas intenções, pelos Senhores que não viam com bons olhos, todo e qualquer movimento tradicional e religioso em suas senzalas, punindo inclusive seus escravos com açoites, grilhões e outros artifícios para desencorajá-los das práticas de seus rituais recebidos de seus ancestrais nas terras de África de onde tinham sido aprisionados por grupos escravistas, encerrados em porões de navios, em péssimas condições, como era normal naquela época e vendidos como escravos, aqui no Brasil. Foi quando surgiu nestas paragens a Cia. de Jesus (jesuítas) comandados por Padre Manoel da Nóbrega, tendo entre seus integrantes o Padre José de Anchieta e outros mais, que aqui vieram com o intuito de evangelizar os negros e índios escravos. Por sugestão dos Jesuítas, os escravos optaram por colocar em seus Pegís, imagens e ícones católicos, com o fito de que os Senhores parassem com os castigos desnecessários. Como os ditos escravos pertenciam a várias tribos com rituais diferentes, começaram a surgir Pegís das diversas facções ou tribos originando assim uma gama extensa de sincretismo religioso. Lembremos que os orixás são apenas formas de energia, mas na Umbanda este costume das imagens se manteve devido à necessidade das pessoas em firmar o pensamento em coisas visíveis. Os mais empregados até hoje em determinados terreiros de Umbanda são os seguintes: ORIXÁS SINCRETISMOS OXALÁ, Oxaguian, Oxalufam: Menino Jesus de Praga, Jesus com 33 anos, Pregador Cristo, o Nazareno, crucificado – Senhor do Bonfim (Bahia) * Oxum N.S. da Glória, da Conceição, N.S. Aparecida * Iemanjá N.S. dos Navegantes (Bahia), N.S. da Conceição * Iansã Sta. Bárbara, Sta. Luzia, Sta. Joana D’arc * Nanã Santana, Sta. Terezinha, Sta. Edwiges * IBEJI Cosme, Damião e Doum, Crispim, Crispiniano * Xangô Agodô São João Batista * Xangô Alufam São Pedro * Xangô Agojô São Paulo * Xangô Kaô São Jerônimo * Xangô Alafim Tiago Maior * Xangô Aganjú São José * Xangô Abomi Sto. Antonio e São Benedito * OGUM São Jorge (São Sebastião na Bahia) * OXÓSSI São Sebastião (São Jorge na Bahia) * Obaluaê São Lázaro











 Mensagem de Dona Maria Mulambo
 Hoje falo à vocês que têm necessidades de definir, rotular e catalogar a tudo e a todos. Como se isso lhes desse alguma garantia de credibilidade e lhes amputassem as dúvidas que insistem em roubar-lhes a vida.

Primeiro, nós espíritos trabalhadores do bem, embora sejamos organizados naturalmente em padrões vibratórios que nos servem de moradas temporárias, não somos seres automatizados, criados em série, com códigos de barras.

Segundo, não somos serviçais particulares nem de cavalos nossos, nem de consulente algum. Nem nossa hierarquia nos obriga a fazer algo que não queiramos. Temos personalidades individuais, afinidades. Estamos em evolução e com um longo caminho pela frente. Ajudando a vocês, ajudamos a nós mesmos. Mas nem sempre é viável ou cabível a ajuda que nos pedem. Muitos de vocês não fazem nada, ou fazem muito pouco para melhorarem a  si mesmos, aos seus realcionamento e ao seu próximo. Querem soluções mágicas, sem esforços ou danos, fazem escolhas absurdas, se metem em todo o tipo de confusões, procuram o caminho mais difícil, jogam-se em abismos, atraem obsessores, fazem tudo errado. E depois ficam bravos quando não transformamos suas vidas em um paraíso da noite para o dia. Francamente, não somos santos e paciência tem limite, até do lado de cá. Se digo isso é porque sei o que é viver duramente. Muitos  são os que nasceram comprometidos com duras provas à resgatar, são esses os que mais precisam de nós, e têm a nossa cobertura, dentro do que nos é permitido ajudar.

Terceiro, ou vocês acreditam em nós, ou nos deixam em paz. Porque não temos nem interesse e nem tempo à perder com ingênuos que nos cobram, ou pior ainda, cobram de nossos cavalos, informações que nós não passamos para eles.  Nossos cavalos (médiuns) sabem penas o que queremos ou permitimos. Até sobre suas próprias vidas, não temos autorização para lhes passar todas as informações que gostariam. Que lhes interessa saber quantas encarnações eu tive, ou como vivi em cada uma delas. Criam as mais absurdas lendas a nosso respeito, isso até que nos diverte um pouco, quanta ingenuidade.

Entendam definitivamente  que nossa missão não é satisfazer curiosidades de quem quer que seja, não somos bobos da corte, para entretenimento de quem não tem nem fé e nem vida verdadeira. Aproveitem suas vidas de modo construtivo.

Sei que por muito tempo ainda, a maioria das pessoas irá acreditar que somos espíritos malignos, não tementes a Deus.

Ah meus queridos, se vocês soubessem quantos mistérios, quantos mundos e quantas realidades pairam sobre suas cabeças…

Mensagem de Dona Maria Mulambo, recebida pela Médium Claudia Baibich.








A missão de um boiadeiro na Umbanda..
O boiadeiro e seu “cavalo”.

Nos trabalhos de Umbanda os guias espirituais costumam chamar seus médiuns de cavalos, justamente para explicar que o espírito não “entra” no corpo da pessoa, mas apenas encosta nela. Ou como dizem os boiadeiros: “monta nela”… O espírito comanda os movimentos dessa pessoa como se estivesse atrelado a ela e, por isso, o médium atua como um cavalo. Já o Exu chama o trabalhador de burro, brincando com o fato de o médium ser teimoso como um!
A função da falange dos boiadeiros num grupo espiritual é a de organizar os eguns (almas penadas) e de limpar a aura dos participantes do passe. Eles também são muito bons em trabalhar com animais desencarnados, encaminhando-os para as Colônias Espirituais de refazimento. Como o boiadeiro é um espírito compenetrado, que trabalha na chuva e no sol, para cumprir sua meta; ao morrer é recrutado para prosseguir trabalhando, pois sua lealdade e dedicação são reconhecidas pelos Chefes de Falange.
Os boiadeiros normalmente servem às Linhas de Ogun e de Oxóssi ou de Ogun Rompe Mato (São Jorge, São Sebatião e Santo Expedito, respectivamente). Justamente pela semelhança com os centuriões romanos que foram santificados e que montavam seus cavalos para irem às batalhas. A saudação aos boiadeiros é: “Xetro Marrumbaxetro, Xetro ah!” ou “Minaketo Navizala!”
O boiadeiro gosta de fumegar seu cigarro de palha ou seu charuto e de beber sua bebida, com os quais faz a limpeza no ambiente e nos médiuns da casa; mas sem se embebedar ou prejudicar o médium que o incorpora.
Quem tem um boiadeiro nunca fica desamparado no dia a dia, pois este atua continuamente na proteção de seu assistido e de sua casa. Os boiadeiros podem ter sido em vida: vaqueiros, condutores de gado, peões ou capatazes, auxiliares de rodeio, entre outros; e entendem perfeitamente sobre a lida no campo, nas fazendas e nos currais. Por isso, auxiliam com habilidade aqueles que trabalham junto à natureza.








Lenda de Exu

Exu sempre foi ranzinza e encrenqueiro, adorava provocar confusões e fazia brincadeiras que deixavam a todos confusos e irritados. Certa manhã acordou desalentado, afinal quem era ele? Não fazia nada, não tinha poder algum, perambulava pelo mundo sem ter qualquer motivação. Isso não estava correto. Todos os orixás trabalhavam muito e tinham seus campos de atuação bem definidos e para ele nada fora reservado. Essa injustiça ele não iria tolerar. Arrumou um pequeno alforje e colocou o pé no mundo. Iria até o Orun exigir explicações. Depois de muito andar, finalmente chegou ao palácio de Olorun. Tudo fechado. Dirigiu-se aos guardas do portão e exigiu uma audiência com o soberano. Eles riram muito. Quem era aquele infeliz para vir ali e exigir qualquer coisa. Exu ficou enfurecido nem os guardas daquela porcaria de palácio o respeitavam. Passou então a gritar impropérios contra o grande criador. Imediatamente foi preso e jogado em uma cela onde ficou imaginando como sair daquela situação. Já estava arrependido de ter vindo, mas não daria o braço a torcer. Iniciou novamente a gritaria e tanto barulho fez que Olorun decidisse falar com ele. Exu explicou o que o trazia ali, falou da injustiça que se achava vitima e exigiu uma compensação. Pacientemente o pai da criação explicou que todos os orixás eram sérios e compenetrados, mas que ele, Exu, só queria saber de confusões e brincadeiras. Então como ousava tentar se igualar aos companheiros? Que fosse embora e não o aborrecesse mais. Era assim? Não prestava para nada? Era guerra? Resolveu fazer o que mais sabia.

Comer! Todos sabiam de sua fome incontrolável desde o nascimento. Desceu do Orun e começou a atacar os reinos dos orixás. Comeu as matas de Oxóssi. Bebeu os rios de Oxum. Palitou os dentes com os raios de Xangô. O mar de Iemanjá era muito grande e ele foi bebendo aos poucos. A terra tornou-se árida e prestes a acabar. Por conta disso todos os orixás correram ao palácio em completo desespero. Exu imediatamente foi preso e arrastado novamente até o Orun, desta vez, porém, sentia-se vitorioso. Exigiu ser tratado com respeito e assumir um lugar no panteão divino. Se assim não fosse, nada devolveria e comeria o restante do mundo. Foi feita então uma reunião para se resolver o grande problema. Olorun não poderia julgar sozinho, todos que ali estavam tinham muito a perder. Depois de muita discussão chegaram a um consenso. Exu seria o mensageiro de todos eles, o contato terreno entre os homens e os deuses. Ele gostou, mas ainda perguntou: – E vou morrer de fome? – Nova discussão. Decidiram então que todos os orixás que recebessem oferendas entregariam uma parte a ele. Exu saiu satisfeito, agora sim tinha a importância que merecia, desceu cantarolando e devolvendo pelo caminho tudo que tinha comido. E a paz voltou a terra, mas ficou o recado: Com Exu ninguém pode!

EXU
DESCONHEÇO O AUTOR
MITOS DA AFRICA
MITOLOGIA E FOLCLORE

Exu é o senhor do bem e do mal. Ele está em todos os locais e fala todas as línguas. É a própria comunicação.

É o orixá da inteligência, do bom humor, dos amantes da vida e da boa mesa, das cores e odores.

Exú sempre foi o mais alegre e comunicativo de todos os orixás. Olorun, quando o criou, deu-lhe, entre outras funções,

a de comunicador e elemento de ligação entre tudo o que existe. Por isso, nas festas que se realizavam no orun (céu),

ele tocava tambores e cantava, para trazer alegria e animação a todos.

Sempre foi assim, até que um dia os orixás acharam que o som dos tambores e dos cânticos estavam muito altos,

e que não ficava bem tanta agitação.

Então, eles pediram a Exú, que parasse com aquela atividade barulhenta, para que a paz voltasse a reinar.

Assim foi feito, e Exú nunca mais tocou seus tambores, respeitando a vontade de todos.

Um belo dia, numa dessas festas, os orixás começaram a sentir falta da alegria que a música trazia.

As cerimônias ficavam muito mais bonitas ao som dos tambores.

Novamente, eles se reuniram e resolveram pedir a Exú que voltasse a animar as festas, pois elas estavam muito sem vida.

Exú negou-se a fazê-lo, pois havia ficado muito ofendido quando sua animação fora censurada,

mas prometeu que daria essa função para a primeira pessoa que encontrasse.

Logo apareceu um homem, de nome Ogan. Exú confiou-lhe a missão de tocar tambores e entoar cânticos para animar todas

as festividades dos orixás. E, daquele dia em diante, os homens que exercessem esse cargo seriam respeitados

como verdadeiros pais e denominados Ogans.








Salve…

Sou falangeiro de Ogum, mas me chamam de tantos nomes…

Tem gente que só de ouvir o meu nome já “treme” na base, outros riem sem entender o significado do nome, porém, nomes são símbolos e o meu significa, resumidamente, aquele que bloqueia, impedindo os espíritos de seguirem por caminhos inadequados, gostem eles ou não. Eu cumpro a Lei e promovo a Ordem na Terra e no Astral.

Sou um espírito que lidera uma falange que usa o mesmo nome que eu e isso acontece por questões de afinidade e também por determinação da Lei de Umbanda no Astral.

Isso não significa que somos todos iguais, somos indivíduos que apenas usam o mesmo nome.

Ainda tem gente por ai que acredita no Diabo e quando ouve falar em Exu, Tranca Ruas e outros logo ligam o nosso nome ao ser maligno que nada mais é que a maldade que vive no coração do homem, portanto, ele existe dentro daqueles que desconhecem o bem e estão afastados de Deus.

Grande parte desse folclore, dessa crença sem fundamento, se deve ao fato de o comércio, ávido pelo dinheiro, ter criado a partir de uma mentalidade doentia qualquer, imagens grotescas de nós e das moças que são nossas parceiras. Colocaram grandes chifres em nossas cabeças e em nossas mãos tridentes espetaculares, fazendo cair no ridículo a nossa imagem. Sem dizer que tingem de vermelho escarlate o corpo dessas pobres imagens como se tivessem acabado de sair do inferno para o mundo.

Diante de tal apresentação, até consideramos normal que as pessoas se iludam e acreditem que somos mesmo assim, uma vez que essas imagens são vistas por médiuns que não educaram a sua mediunidade, ficando expostos a toda criação mental que existe vagando ao redor da Terra, fruto do medo secular incutido por algumas religiões que se valem do medo para controlar seus fiéis. Essas imagens são criadas pelas mentes humanas e são projetadas no espaço, ficam soltas a vagar, uma vez captadas, assustam e o médium negligente acaba por acreditar que tais aberrações sejam reais.

Eu afirmo a vocês, porém, Umbandistas interessados em desvendar o mistério Exu, que não somos assim e se quiserem nos conhecer, basta olharem para si mesmos.

Se nos apresentamos, às vezes, vestindo nossas capas, chapéus, botas e outro tipo de indumentária usada na Terra, é porque trabalhamos com espíritos ainda extremamente materializados e a forma faz parte do material que usamos para cumprir a nossa missão.

Esqueçam as imagens bizarras e aprendam a não nos temer. Somos trabalhadores como qualquer outro e contamos com vocês, médiuns esclarecidos e de boa vontade, para nos auxiliarem na árdua tarefa de desmistificar o nosso trabalho e a nossa imagem.

Há uma nova Umbanda florescendo e vocês, filhos de fé, são as mais belas flores desse novo jardim que estamos construindo.

Estejam alertas e atentos. Não relutem em derrubar velhos conceitos. Tudo muda a todo instante.

Acompanhem as mudanças e sejam felizes.

Tranca Ruas das Almas – Médium Annapon em 23.04.2011









O significado da palavra SARAVA
Para esclarecer coloco o significado da palavra Sarava.
É nada mais, nada menos que uma saudação com o mesmo significado de Namastê e Aloha.
Saravá
é uma saudação nos terreiros de cultos afro-brasileiros, que tem o significado de “salve”. Corruptela da palavra portuguesa “salvar”, cujos escravos tinham dificuldade de pronunciar, e diziam “salavar”. Sob a influência da fonologia banta, passou a se falar “saravá”, para desespero e raiva dos puristas gramaticais.
Usa-se por exemplo numa frase deste tipo:
“Saravá, meu pai, confio em Deus”
Sarava na Wikipédia:Saravá, assim como axé, selam conversas e têm conotação positiva.
Saravá também pode significar “salve” ou “viva”, por influência africana no idioma português do Brasil. É usada nesse sentido específico pelo poeta e compositor brasileiro Vinícius de Moraes.

Religiões afro-brasileiroÉ comum relacionar essa expressão com rituais no Brasil, como ocandomblé e Umbanda.
O termo Saravá também é usado em religiões afro-brasileiras comomantra (que são palavras especiais vocalizadas de maneira específica que produzem certos fenômenos de imantação e desagregação; são sons místicos ou sagrados, ou seja, sons específicos que elevam o espírito) e significa:
SA— (Força, Senhor) —RA— (Reinar, Movimento) —VÁ (Natureza, Energia]
Saravá significa então força que movimenta a natureza. Esse termo é, portanto, um mantra que pode fixar ou dissipar determinadas vibrações, não sendo, portanto aconselhável pronunciá-lo sem a devida necessidade.
Na Umbanda paulista, Saravá também é utilizada como uma saudação possuindo o sentido de “Salve sua força!”, da Força de Deus e da Natureza que estão dentro da pessoa, como no mantra indiano namastê, que significa: o Deus que tem dentro de mim, saúda o Deus que tem dentro de você








Os banhos ritualísticos de uma maneira geral, são rituais, onde utilizamos determinados elementos da natureza, de maneira ordenada e com conhecimento de causa, com o intuito de troca energética entre o indivíduo e a natureza, afim de fornecer-lhe equilíbrio energético e mental. Estes banhos prestam-se para limpar as energias negativas, livrar as pessoas de influências negativas, reequilibrar a pessoa, aumentar a capacidade receptiva do aparelho mediúnico, já que os chacras serão desobstruídos, enfim, tem grande importância na manutenção dos corpos. Embora o banho utiliza-se de elementos materiais, que serão jogados sobre o corpo físico, a contraparte etérica será depositada sobre os chacras, corpo astral e aura que receberão diretamente o Prana ou éter vital, bem como a parte astral dos elementos densos. Não somente os médiuns ativos na Umbanda devem tomar determinados banhos, mas todos nós, em geral, podemos usá-los. Temos algumas categorias de banhos : a) Banhos de Descarrego; b) Banhos de Defesa; c) Banhos de Energização; d) Banhos de Fixação. a) Banhos de Descarrego: Esta categoria de banho, conhecido também como banho de descarga ou desimpregnação energética é o mais comum e mais conhecido. Estes banhos servem para livrar o indivíduo de cargas energéticas negativas. Conforme vivemos, vamos passando por vários ambientes, trocamos impressões com todo o tipo de indivíduo e como estamos num planeta atrasado em evolução espiritual, a predominância do mal e de energias negativas são abundantes. Todo este egrégora formado por pensamentos, ações, vão criando larvas astrais, miasmas e todo a sorte de vírus espirituais que vão se aderindo ao aura das pessoas. Por mais que nos vigiemos, ora ou outra caímos com o nosso nível vibratório e imediatamente estamos entrando neste egrégora. Se não nos cuidarmos, vamos adquirindo doenças, distúrbios e podemos até sermos obsediados. Há dois tipos de banhos de descarrego : a1) Banho de Sal Grosso; a2) Banho de Descarrego com Ervas. a1) Banho de Sal Grosso: Este é o banho mais comumente utilizado, devido à sua simplicidade e eficiência. O elemento principal que é o sal grosso, é excelente condutor elétrico e “absorve” muito bem os átomos eletricamente carregados de carga negativa, que chamamos de íons. Como, em tudo há a sua contraparte etérica, a função do sal é também tirar energias negativas aderidas no aura de uma pessoa. Então este banho é eficiente neste aspecto, já que a água em união como o sal, “lava” todo o aura, desmagnetizando-o negativamente. O preparo deste banho é bem simples, basta, após um banho normal, banhar-se de uma mistura de um punhado de sal grosso, em água morna ou fria. Este banho é feito do pescoço para baixo, não lavando os dois chacras superiores (coronal e frontal). O porquê de não poder lavar os chacras superiores, está ligado ao fato de serem estes chacras ligados à coroa da pessoa, tendo que ser muito bem cuidada, já que é o elo de ligação, através da mediunidade, entre a pessoa e o plano astral superior. Após o banho, manter-se molhado por alguns minutos (uns 3 minutos) e enxugar-se sem esfregar a toalha sobre o corpo, apenas secando o excesso de umidade. O melhor é não se enxugar, mas vai de cada um. Algumas pessoas, neste banho, pisam sobre carvão vegetal ou mineral, já que eles absorverão a carga negativa. Este banho é apenas o banho introdutório para outros banhos ritualísticos, isto é, depois do banho de descarrego, faz-se necessário tomar um outro banho ritualístico, já que além das energias negativas, também descarregou-se as energias positivas, ficando a pessoa desenergizada, que só é conseguido com outro tipo de banho. Este banho, não deve ser realizado de maneira intensiva (do tipo todos os dias ou uma vez por semana), pois ele realmente tira a energia do aura, deixando-o muito vulnerável. Existem pessoas que usam a água do mar, no lugar da água e sal grosso. a2) Banho de Descarrego com Ervas: Este banho é mais complexo e menos conhecido do que o de sal grosso. A função deste banho é a mesma que a do sal grosso, só que tem efeito mais duradouro e conseqüências maiores. Quando uma pessoa está ligada à uma obsessão e larvas astrais estão ligadas a ela, faz-se necessário um tratamento mais eficaz. Determinadas ervas, são naturalmente descarregadoras e sacodem energeticamente o aura de uma pessoa, eliminando grande parte das larvas astrais e miasmas. Algumas ervas que são muito boas para este banho : arruda, guiné, espada de São Jorge, aroeira, folhas de fumo, etc. b) Banho de Defesa: Este banho serve de manutenção energética dos chacras, impedindo que eles se impregnem de energias nocivas em determinados rituais. Por exemplo, quando vamos realizar alguma oferenda numa cachoeira, é importante que nos “fechemos” para determinadas vibrações que podem estar abundantes num sítio energético, já que além de nós, todo o tipo de pessoa vai até estes lugares para pedidos escusos, com entregas “pesadas”. Usamos, também, quando vamos conhecer um outro terreiro e não sabemos se ele é ou não idôneo, pois, infelizmente, ainda existem aqueles que usam o nome da Umbanda para comercializar a fé alheia. Quando vamos num sítio energético para determinados rituais com ou sem incorporação, enfim, “fechamos” os nossos chacras. Até mesmo para nos prevenirmos para os trabalhos com os Exús Guardiões, já que todo o tipo de problemas e situações estarão presentes na assistência. As ervas para estes banhos, podem ser aquelas relacionadas ao próprio Orixá regente da pessoa, ou aquelas que uma entidade receitar. c) Banho de Energização: Após tomarmos um banho de descarrego, é importante que restabelecemos o equilíbrio energético, através de um banho de energização. Este banho reativa os centros energéticos e refaz o teor positivo do aura. É um banho que devemos usar quando vamos trabalhar normalmente em giras de direita, ou mesmo, após uma gira em que o ambiente ficou carregado. Também, podemos usá-lo regularmente, independente se somosa ou não médiuns. Um bom e simples banho : pétalas de rosas brancas ou amarelas, alfazema e alecrim. d) Banho de Fixação: Este banho é usado para trabalhos ritualísticos e fechados ao público, onde se prestará a trabalhos de magia, iniciação ou consagração. Este banho é realizado apenas por quem é médium e irá realizar um trabalho aprofundado, onde tomará contato mais direto com as entidades elevadas. Este banho “abre” todos os chacras e a percepção mediúnica fica aguçadíssima. As ervas utilizadas para este tipo de banho estão diretamente relacionadas ao Orixá regente do médium e à entidade atuante. São assim receitados apenas por um verdadeiro chefe de terreiro ou médium-magista ou pela própria entidade.   Incensos e defumações orientadas pelo dia da semana e pelos orixás Defumação, incensos e defumadores de tabletes para Oxalá SEGUNDA: (Orixás: Exú,Omolú, Obaluaiê) arruda, sândalo, angélica, maçã-rosada, patchouly. TERÇA: (Orixás:Ogum, Oxumarê, Irôko), verbena, jasmim, cravo-da-Índia, violeta. QUARTA: (Orixás: Xangô, Yansã, Obá) alecrim, rosa branca, mirra, patchouly. QUINTA: (Orixás: Oxóssi, Logunedé, Ossaim) canela, noz-moscada, orquídea azul, flor-do-campo. SEXTA: (Orixá: Orixá maior, Oxalá) alfazema ou lavanda, rosas brancas, almiscar, arruda, alecrim. SÁBADO:(Orixás da águas: Iemanjá, Oxum) alecrim, benjoim, bálsamo rosa, angélica. DOMINGO: (Orixás: Nanã e as almas) aniz, anúbis, sândalo vermelho, rosa cor-de-rosa, cravo-da-Índia, noz-moscada.








O Congá é um núcleo de força, em atividade constante, agindo como centro atrator, condensador, escoador, expansor, transformador e alimentador dos mais diferentes tipos e níveis de energia e magnetismo. É ATRATOR pq atrai para si todas as variedades de pensamentos q pairam sobre o terreiro, numa contínua atividade magneto-atratora de recepção de ondas ou feixes mentais, quer positivos ou negativos. É CONDENSADOR, na medida em q tais ondas ou feixes mentais vão se aglutinando ao seu redor, num complexo de cargas positivas e negativas, produto da psicosfera dos presentes. É ESCOADOR, na proporção em q, funcionando como verdadeiro fio-terra (pára-raio), comprime miasmas e cargas negativas e as descarrega para a Mãe-Terra. É EXPANSOR, pois q, condensando as ondas de pensamentos positivos emanados pelo corpo mediúnico e assistência, os potencializa e devolve para os presentes. É TRANSFORMADOR no sentido de q, em alguns casos e sob determinados limites, funciona como um reciclador de lixo astral, condensando-os, depurando-os e os vertendo, já reciclados, ao ambiente de caridade. É ALIMENTADOR, pelo fato de ser um dos pontos do templo a receberem continuamente uma variedade de fluidos astrais, q além de auxiliarem na sustentação da egrégora da Casa, serão o combustível principal para as atividades do Congá. O Congá não é mero enfeite; tão pouco se constitui num aglomerado de símbolos afixados. Congá dentro dos Templos Umbandistas tem fundamento, tem sua razão de ser, pois é pautado em bases e diretrizes sólidas, lógicas, racionais, magísticas, sob a supervisão dos mentores de Aruanda. Qual o objetivo da DEFUMAÇÃO ? Geralmente as defumações atrativas somente podem ser feitas depois do ambiente descarregado e limpo. As defumações atrativas em vias gerais são feitas de fora para dentro do ambiente mudando seus elementos conforme as energias que quer atrair. Já a de descarga deve ser feita de dentro para fora e seus elementos tb variam confomre a necessidade do ambiente e situação; eguns, kiumbas (obessores), fluidos negativos, demandas, etc.














As Guias
Conhecidas também como “Cordão de Santo”, “Colar de Santo” ou “Fio de Contas”.
São ritualisticamente preparadas, ou seja, imantadas, de acordo com a tônica vibracional de quem as irá utilizar (médium e entidade), e conforme o objetivo a que se destinam.
São compostas de certo numero de elementos (contas de cristal ou louça, búzios, Lágrimas de Nossa Senhora, dentes, palha da costa, etc..), distribuídos em um fio (de Aço ou Náilon) ou linha de pescar, obedecendo a uma numeralogia especifica e uma cromologia adequada, ou ainda, de acordo com as determinações de uma entidade em particular.
Utilizadas como um colar, durante um trabalho espiritual (p/ Ex. Gira de trabalho), pela entidade incorporada, tem função de servir como ponto de atração (Imã) e identificação da vibração principal e/ou falange em particular, atuante naquele trabalho, e tambem como elemento facilitador da sintonia e isolamento mental (contra vibrações negativas ou estranhas ao trabalho), para o médium incorporado.
Alguns procedimentos devem sempre ser observados, no tocante ao uso e confecção das guias:
São elementos ritualísticos pessoais, individuais e intransferíveis, devendo ser confeccionadas, manipuladas e utilizadas somente pelo médium a quem se destinam.
Deve-se observar que cada indivíduo e cada ambiente, possuem um campo magnético e uma tônica vibracional próprios e individual (tanto positivo quanto negativo). A confecção ou manipulação das guias por outras pessoas, ou ainda, seu uso, em ambientes ou situações negativas ou discordantes com o trabalho espiritual, fatalmente acarretará uma “contaminação” ou interferência vibracional.
Como elemento de atração e isolamento, funcionam como um tipo de “Para-Raios”, atraindo para si, toda (ou quase) a carga negativa ou estranha ao médium, isolando-o até certo ponto. No entanto, as guias irão permanecer “carregadas” , até serem devidamente “limpas”.
Excepcionalmente, podem ser utilizadas pelo médium, para “puxar” uma determinada vibração, de forma a lhe proporcionar alivio em seus momentos de aflição. Nestes casos, 10 a 15 minutos de uso são suficientes.
Em qualquer dos casos, a guia ira proporcionar uma interferência no campo magnético do médium. Dependendo da situação ou circunstância, poderá ate mesmo causar-lhe um certo desconforto aparente ou mal-estar, devido a um aceleramento de sua Faixa Vibratória.
A Utilização indiscriminada de guias cruzadas, ou seja, aquelas confeccionadas de forma a atrair 2 ou mais falanges ou vibrações, pode comprometer desfavoravelmente um trabalho, visto que, a vibração atuante é manipulada pelas entidades, de acordo com o objetivo a ser alcançado. O mais adequado é confeccionar guias separadas, que poderão ser utilizadas em conjunto, quando e caso, a necessidade se apresentar.
Mesmo durante um trabalho espiritual ou ritualístico, notadamente antes de uma incorporação, o uso indiscriminado de diversas guias ao mesmo tempo, poderá prejudicar a sintonia do médium, uma vez que, diversas falanges poderão ser atraídas ao mesmo tempo.
Apenas em casos muito raros e excepcionais, podem ser utilizadas em outra pessoa, como forma a favorece-la com uma vibração positiva específica (notadamente em relação a saúde), observando-se contudo o cuidado de ao retira-las, limpa-las adequadamente antes de serem reutilizadas pelo médium.
Pelos motivos expostos, o uso de guias pertencentes ou recebidas de outras pessoas, é uma pratica normalmente desaconselhável a um médium.
Como vimos, as guias são elementos ritualísticos muito sérios e como tal que devem ser respeitados e cuidados. Seu uso, deve se restringir ao trabalho espiritual, ao ambiente cerimonial (terreiro) e aos momentos de extrema necessidade por parte do médium. Utilizar a guia em ambientes ou situações dissonantes com o trabalho espiritual, ou por mera vaidade e exibicionismo, é no mínimo um desrespeito para com a vibração a qual representam.








REZA PARA O CABOCLO SETE-FLECHAS


“Salve Deus Pai , criador de todo o universo! Salve São Sebastião,
Rei da Mata e Guia de todos os Caboclos!
Salve, Pai Sete-Flechas e sua falange de obreiros! Pai Sete-Flechas,
baixai sobre nós um raio de vossa Divina Luz, iluminando os nossos espíritos,
para que possamos entrar em comunicação com vossa centelha divina
de onde emanam as vossas sagradas Flechas,
defendendo-nos e amparando-nos neste mundo.

Salve as Sete-Flechas que vos foram dadas espiritualmente
para defender e proteger de todas as dificuldades e angustias neste mundo.

Bendito seja o sagrado nome de São Sebastião, de Oxossi,
que vos botou sobre o vosso braço direito a Flecha da Saúde
para que derrame sobre nós os bálsamos curadores.

Bendito seja São Jorge e de Ogum,
que vos colocou sobre o braço esquerdo a Flecha da Defesa
a fim de que sejam defendidos de todas as maldades materiais e espirituais.

Bendito seja o sagrado nome de São Jerônimo e de Xangô
que vos cruzou uma Flecha em vosso peito
para nos defender das injustiças da humanidade.

Bendita seja a mãe e nome da Senhora da Conceição
que vos cruzou uma flecha em vossas costas,
para nos defender de todas as traições de nossos inimigos.

Bendito seja o nome do Senhor do Bonfim, nosso Pai Oxalá,
que vos botou uma Flecha sobre vossa perna direita,
para abrir os nossos caminhos, materiais e na senda da espiritualidade.

Bendito seja o divino nome de Nossa Senhora dos Navegantes
e de nossa mãe Iemanjá que vos botou uma Flecha
sobre vossa perna esquerda, para lavar os nossos caminhos,
iluminar nossos espíritos e nos defender de todas
as forças contrárias a vontade de Deus.

Bendito seja o sagrado nome de São João Batista,
e o nome de Xangô, que entregou em vossas sagradas mãos a
Flecha da FORÇA ASTRAL SUPERIOR,
para distribuir a humanidade a divina força da fé e da verdade.

Deus Pai foi quem ordenou , os santos as flechas entregou:
com as forças das Sete-Flechas me abençoou…”











Comidas Ritualísticas – Farofa
Antes de mais nada o que é uma farofa? É um prato culinário salgado de acompanhamento da cozinha brasileira cujo ingrediente principal é a farinha de mandioca ou a farinha de milho, geralmente passada na gordura à qual podem ser acrescentado inúmeros outros ingredientes.

Uma comida de grande influencia na Cozinha Ritualística do Candomblé e da Umbanda, um instrumento de extrema importância nas oferendas de nossa religiosidade. Abaixo algumas significações da Farofa como Comida Ritual.

Farofa ou mi-ami-ami é um nome comum a vários tipos de comidas rituais votivas, feita de uma mistura, que tem como base farinha de mandioca, “farinha de pau ou farinha de guerra”. Esta comida ritual sagrada, também é um alimento ritual e muito apreciada pela maioria do povo do santo da cultura Nago-Vodum.

Tipos de Farofas

    Farofa de dendê, farofa amarela, farofa vermelha, farofa de azeite ou farofa de bamba – são nomes comumente chamado pelo povo do santo em sua variada apresentação a depender do ritual que esteja acontecendo. Normalmente é chamada de farofa de dendê a farofa servida aos adeptos e participantes do candomblé, feita com farinha, azeite de dendê, camarão seco, cebola e sal, vista sempre no ritual do olubajé.

Esta farofa, que é considerada hoje como um prato típico da culinária brasileira de origem africana, utiliza a farinha de mandioca como ingrediente principal, cuja origem é dos nossos indígenas, se tornou mais um elemento aculturado para o dia a dia da cultura brasileira, em especial na culinária afro-brasileira.

Os outros tipos são denominações para rituais pertinentes a limpeza de corpo, padê de exu, sasanha, afexu, axexê etc. Também oferecido para alguns orixás e preparadas só com azeite de dendê e sal.

    Farofa branca, farofa de água ou farofa de egun – são farofas preparadas só com água e sal. Determinados orixás funfuns apreciam esta iguaria e algus preferem sem sal.

    Farofa de mel ou mi-ami-ami owin – é uma farofa preparada com farinha e mel de abelha, muito utilizada nos rituais de erê, ibeji, osain e oxun, comumente visto nos carurus dos santos gêmeos e devoção a São Cosme e São Damião, Crispim e Crispiniano, nesse tipo de farofa mistura-se a farinha de mandioca com mel de abelhas e pronto. Pode-se colocar num Oberó, nos pés de Ogum, ou nas estradas, pedindo a Ogum que adoce os seus caminhos e suas estrada

    Farofa de cachaça ou mi-ami-ami otin – é uma farofa preparada com farinha e cachaça, muito utilizada nos rituais de exu, padê e limpeza de corpo. O povo do santo também chamam de farofa de cachaça toda farofa feita com aguardentes, vinhos ou qualquer bebida alcoólica.

Asé!













Orações Ciganas
Oração aos 7 Ciganos:
Sete Ciganos! Que eu possa olhar a estrada de terra batida, as pedras do caminho e sentir vossas presenças.
Quando me sentir só que eu possa olhar para as árvores da estrada e sentir através de leve aragem as vossas forças. Que na minha tristeza eu escute o som do violino cigano, através do canto dos pássaros que se torne impossível eu ficar impassível porque é a vossa música dizendo que estais junto de mim. Que eu possa ir as montanhas e campos e descubra a beleza da natureza e sinta o maravilhoso poder de Deus se fazendo presente. Que eu possa deixar o orgulho, a tristeza, as decepções e obstáculos na terra, pois nada mais existe perante toda essa festa de cores, toda essa luminosidade que vem do arco-íris e representa as irradiações dos sete ciganos.
Que eu me sinta purificada neste ritual de cores e beleza.
Feliz e vitoriosa com a presença dos 7 ciganos na minha estrada.
Que assim seja!
Prece ao cigano Wladimir:
Ó glorioso e poderoso cigano Wladimir, neste instante,
é com o meu coração cheio da mais profunda fé,
que me dirijo ao teu luminoso espírito,
que tem poder e forças entre todas as entidades ciganas que hoje,
como estrelas brilhando no infinito,
são entidades que por misericórdia nos assistem em nossas aflições.
Em particular a ti, peço, querido cigano Wladimir, que me ampares,
com teu coração bondoso, jamais deixando que eu venha a cair
sob o impulso das provas desta vida;
protege meu corpo, livrando-o das doenças;
protege o meu coração,
não deixando nunca que nele se abrigue o ódio;
protege minha mente, para que ela seja sempre abrigo
de pensamentos positivos e de força;
protege a minha família,
protege o meu caminho, livrando-me dos inimigos,
da terra e do espaço.
Por todo o bem que sei que fazes sempre,
por todos aqueles que depositam fé incondicional em ti,
é que peço à Santa Sara, a Padroeira Universal dos Ciganos,
que encha teu espírito de Força, Luz e Poder,
para que estejas sempre pronto a atender aos teus filhos,
aos teus seguidores…
e a Deus, nosso Pai maior, peço que tome nos braços este filho
tão querido que és e, ao lado dele,
jamais esqueças de nós,
Ó glorioso e bondoso cigano Wladimir.
Amém
Oração cigana para realização de seus propósitos:
Salve a natureza! Salve o círculo mágico azul que me envolve!
Eu sou feliz e rica, eu tenho o hoje e o amanhã! Tenho o meu futuro pela frente!
A saúde tomou conta de meu corpo!
Obrigado, por tudo de bom que vós me destes e continuarás dando!
Porque eu posso, eu quero, eu mereço eu vou conseguir através da Lua Cigana, e dos Mentores Ciganos, eu realizarei todos os meus sonhos, porque querer é poder, e eu posso!
Salve Santa Sara Kali! Que sempre ilumine o meu caminho, afastando os inimigos da minha estrada, que os olhos deles não cheguem até os meus e que seus passos não cruzem o meu caminho.
Que assim seja e assim se faça!
ORAÇÃO CIGANA PARA UM NOVO DIA
Aqui estou, Senhor meu Deus, em tua presença, diante do altar da natureza, pronto para iniciar um novo dia. A minha alma reconhecida agradece a graça de ver de novo a luz do sol que nos aquece e nos dá a vida.
Estou curvado, com meus joelhos no chão, à espera que o Senhor da Bondade se digne a lançar sua bênção sobre seu servo, para que eu possa dedicar este dia a louvar e honrar a vontade daquele que reina sobre a Luz e as Trevas.
Aqui me curvo e aguardo as bênçãos sobre mim, minha família, meus amigos e minha gente, para que juntos possamos render graças a Deus, porque ele nos deu a Luz, porque ele nos deu a Vida. Amém!”
ORAÇÃO CIGANA DA NOITE
“Senhor Deus de Bondade, acolhe meu espírito e descansa meu corpo, ao fim de mais um dia. Purifica minha alma das tristezas e dos dissabores, enquanto a alimenta com as alegrias e os prazeres.
Senhor, leva-me ao sono, para que eu possa sonhar com tua glória, reconciliando-me com o passado, aceitando o meu presente e esperando confiante pelo futuro que me anuncias.
Concede-me, Senhor, após mais uma noite de descanso que eu tenha a graça de rever a luz do sol, para que possa continuar minha obra de louvar-te, amar-te e cumprir com teus mandamentos. Amém!”










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Os trabalhos desenvolvidos
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Fundamentos. da Umbanda
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Banhos de descarrego.
Simpatias Diversas
Guias contas e colares.
Defumações
Batismo na Umbanda
Conselhos de preto velhos
Escrava Anastácia.
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Pai benedito.
Homenagem a Tranca Rua
Baiano zé do Coco.
Descarrego de Polvora.
Ciganos na Umbanda.
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Caboclo boiadeiro.
Ser Médium.
Caboclos na Umbanda.
Como acontece a Gira.
Conduta moral
Anjo da Quarda.
Curiosidades.
Intolerância Religiosa.
Mediunidade.
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Orações 2
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Casamento na Umbanda.
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Sincretismo religioso.
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Exu









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Oxum

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oracões

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Marinheiros

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