Caboclos.


CABOCLOS
A FALANGE DOS CABOCLOS

Os caboclos, são muito conhecidos na umbanda, pelos seus passes aliviadores e relaxantes, pela sua inteligência quanto a doenças, e por muitas outras coisas.
Todo caboclo tem uma vibração originária de orixá masculino e toda cabocla tem uma vibração originária de Orixá feminino, mas como falange, eles(as) podem penetrar em todas as vibrações de Orixás e do Oriente.
Para explicar melhor, citaremos o exemplo da Cabocla Jurema: toda cabocla Jurema tem vibração originária de Iansã, mas poderemos encontrar a mesma entidade trabalhando em outras vibrações como Jurema da Praia, na vibração de Iemanjá; Jurema da Cachoeira, na vibração de Oxum; Jurema da Mata, na vibração de Oxoce, e assim sucessivamente. É a mesma entidade, com vibração originária de Iansã, penetrando em outras vibrações de Orixás.
Segue-se a relação dos caboclos e caboclas mais conhecidos na Umbanda, com sua respectiva vibração originária.

CABOCLOS DE OGUM

Águia Branca, Águia Dourada, Águia Solitária, Araribóia, Beira-Mar, Caboclo da Mata, Caiçaras, Guaracy, Icaraí, Ipojucan, Itapoã, Jaguarê, Rompe Aço, Rompe Ferro, Rompe Mato, Rompe Nuvem, Sete Matas, Sete Ondas, Tabajara, Tamoio, Tupuruplata, Ubirajara, etc.

CABOCLOS DE XANGÔ

Araúna, Caboclo do Sol, Cajá, Caramuru, Cobra Coral, Girassol, Goitacaz, Guará, Guaraná, Janguar, Juparã, Mirim, Sete Cachoeiras, Sete Caminhos, Sete Estrelas, Sete Luas, Sete Montanhas, Tupi, Treme Terra, Sultão das Matas, Cachoeirinha, Urubatão, Urubatão da Guia, Ubiratan, etc.

CABOCLOS DE OXOSSI

Arruda, Aimoré, Arapuí, Boiadeiro, Caboclo da Lua, Caçador, Flecheiro, Folha Verde, Guarani, Japiassú, Javarí, Paraguassu, Mata Virgem, Pena Azul, Pena Branca, Pena Verde, Pena Dourada, Rei da Mata, Rompe Folha, Sete Flechas, Serra Azul, Tupinambá, Tupaíba, Tupiara, Ubá, Sete Encruzilhadas, Junco Verde, Tapuia, etc.

CABOCLOS DE OMULÚ

Arranca Toco, Acuré, Aimbiré, Bugre, Guiné, Giramundo, Yucatan, Jupurí, Uiratan, Alho d"Água, Pedra Branca, Pedra Preta, Laçador, Caboclo Roxo, Grajaúna, Bacuí, Piraí, Surí, Serra Verde, Serra Negra, Tira Teima, Folha Seca, Sete Águias, Tibiriçá, Viramundo, Ventania, etc.

CABOCLAS DE IANSÃ

Bartira, Jussara, Jurema, Japotira, Maíra, Ivotice, Valquíria, Raio de Luz, Palina, Poti, Talina, Potira, etc.

CABOCLAS DE IEMANJÁ

Diloé, Cabocla da Praia, Estrela d"Alva, Guaraciaba, Janaína, Jandira, Jaci, Sete Ondas, Sol Nascente, etc.

CABOCLAS DE NANÃ

Assucena, Inaíra, Juçanã, Janira, Juraci, Luana, Muiraquitan, Sumarajé, Xista, Paraguassú, etc.

CABOCLAS DE OXUM

Iracema, Yara, Imaiá, Jaceguaia, Juruema, Juruena, Araguaia, Estrela da Manhã, Tunuê, Mirini, etc.




A FALANGE DOS CABOCLOS DETALHADA

Habitat: matas e ambientes da vibração originária
Libação: água de côco, mate, mel com água, caldo de cana, vinho tipo moscatel
Ervas: cipó cabeludo, cipó caboclo, eucalipto, guiné caboclo, guiné pipi, samambaia
Flores: girassol, flor de ipê, palmas de diversas cores, conforme a vibração originária
Essências:
Para os caboclos: eucalipto, girassol.
Para as caboclas: eucalipto, pinho, tintura de tolu
Fitas: verde, vermelha e branca
Pedras: quartzo verde
Metal: da vibração originária
Dia da semana: Quinta-feira ou o dia da vibração originária
Dia da Lua: não tem dia específico
Saúde: não tem área de saúde específica
Ímãs para trabalho: de acordo com a orientação da entidade
Objetivo: vigor, pujança, energia
Cozinha ritualística: milho e amendoim cozidos e passados no mel, servido com folhas pequenas de saião, que servem como "colher" e que também devem ser ingeridas

CABOCLOS DE UMBANDA



CABOCLOS DE UMBANDA


A palavra caboclo, vem do tupi kareuóka, que significa da cor de cobre; acobreado. Espírito que se apresenta de forma forte, com voz vibrante e traz as forças da natureza e a sabedoria para o uso das ervas.

A marca mais característica da Umbanda, uma religião surgida no Brasil no final do século XIX e início do século XX, é a manifestação de entidades espirituais, por meio da mediunidade de incorporação. Os primeiros espíritos a “baixar” nos terreiros de Umbanda foram aqueles conhecidos como Caboclos e Pretos-velhos, a seguir surgiram outras formas de apresentação como as Crianças, conhecidas, variadamente, como Erês, Cosme e Damião, Dois-dois, Candengos, Ibejis ou Yori. Essas três formas, Crianças, Caboclos e Pretos-velhos, podem ser consideradas as principais porque resumem vários símbolos: representam, por exemplo, as raças formadoras do povo brasileiro – indígenas, negros e brancos europeus – e também representam as três fases da vida – a criança, o adulto e o velho – mostrando a dialética da existência. Além disso, trazem valores arquetipais de Pureza e Alegria na Criança; Simplicidade e Fortaleza no Caboclo e a Sabedoria e Humildade dos Pretos-velhos, mostrando o caminho para a evolução espiritual dos sentimentos, do corpo físico e da mente. Com a expansão da Umbanda, muitas entidades apareceram, como os Baianos, Boiadeiros, Marinheiros e outras, sem falar de Exu, outro grande ícone umbandista.

Essa diversidade confirma a abrangência desse movimento espiritual que chama a todos e recebe seres encarnados e desencarnados, com vibrações de fraternidade e amizade sob a luz de Oxalá.

Nesse artigo trataremos, mais especificamente, das entidades conhecidas como Caboclos, in­variavelmente presentes nos terreiros de Umbanda, praticando a caridade e cumprindo sua missão espiritual.

Existem variações no entendimento que os umbandistas têm sobre o que sejam os caboclos. As variações são próprias do movimento umbandista, notavelmente plural, mas há consenso na Umbanda, no fato de que os Caboclos são espíritos de humanos que já viveram encarnados no plano físico e são, portanto, nossos ancestrais. É interessante notar que em alguns cultos afro-brasileiros, os caboclos são considerados “encantados” e se relacionam com os espíri­tos da natureza, recebendo nomes de animais, plantas ou outros elementos naturais. Essa percepção se aproxima das lendas indígenas que narram um tempo em que os animais falavam e viviam em comunhão com os homens, podendo um se transformar no outro, (veja mais nas obras de Betty Mindlin).

A palavra caboclo vem do tupi kariuóka, que significa da cor de cobre; acobreado. A partir daí vem a relação com os índios brasileiros, de tez avermelhada. Assim, a palavra caboclo passou a designar aquilo que é próprio de bugre, do indígena brasileiro de cor acobreada. Posteriormente surgiu a noção de caboclo como mestiço de branco com índio, o sertanejo. Dada essa relação dos caboclos com os indígenas – nos terreiros de Umbanda é dessa forma que se manifestam -, e aproximando esse fato ao Orixá Oxossi, que em África é cultuado como Odé, o caçador, o Senhor das Florestas, conhecedor dos segredos das matas e dos animais que lá vivem, diz-se que os Caboclos que baixam na Umbanda são espíritos ligados a Oxossi. Muitos entendem que somente esses são caboclos e que as entidades da vibração de Ogum, Xangô, Yemanjá e Oxalá não seriam, propriamente, caboclos. No entanto, há caboclos da praia, do mar e das ondas, das pedreiras, das cachoeiras, dos rios etc., cujos elementos se associam mais aos outros Orixás que a Oxossi.

Outra maneira de se interpretar as entidades de Caboclo, é como espíritos que se apresentam na forma de adultos, com uma postura forte, de voz vibrante, que trazem as forças da natureza, manipulando essas energias para trabalhar nas questões de saúde, vitalidade e no corte de correntes espirituais negativas. Seu linguajar pode se assemelhar ao dos indígenas, paramen­tados ou não com cocares, arcos e flechas, machadinha e espadas. Aqui estamos entendendo os Caboclos de maneira mais ampla, como símbolo de fortaleza, do vigor da fase adulta, existindo caboclos de Oxossi, Xangô, Ogum e mesmo aquelas entidades ligadas aos orixás femininos, como Yemanjá, Oxum, Yansã. É claro que essas últimas entidades não vêm como índias, mas com uma forma tipicamente relacionada aos seus atributos. Todavia, são entidades que se apresentam como adultos.

Feitas essas ressalvas, podemos dizer que todas as entidades de Umbanda, especialmente as Crianças, Caboclos e Pretos-Velhos, são espíritos ancestrais que estão ligados, cada um, a um Orixá. Assim, as crianças trazem a vibração dos Orixás Ibeji, conhecidos na Umbanda Esotérica como Yori; os Pretos-velhos vêm sob as vibrações dos Orixás Obaluaiê, Nana Burukum ou Yorimá e os Caboclos podem ser de Oxossi, Xangô, Ogum etc. Também é preciso falar que existem os chamados cruzamentos vibratórios em que uma entidade de Ogum, por exemplo, pode trazer também as forças de outro orixá, como Ogum Yara que além das forças de Ogum, movimenta também as forças dos Orixás das águas, como Yemanjá, Oxum etc.

Vejamos alguns exemplos de Caboclos de Oxossi: Caboclo Sete Flechas, Caboclo Folha Seca, Caboclo Pena Vermelha, Cacique das Matas, Caboclo Cobra-coral, Cabocla Jurema, Cabocla Jacyra, Caboclo Ventania, Caboclo Caçador e outros. Na linha de Ogum temos: Ogum de Lê, Ogum Beira-mar, Ogum Matinata, Ogum Sete Ondas, Caboclo Biritan, Ogum Megê, Ogum Sete Espadas e mais uma plêiade de espíritos que vêm sob essa vibração. Entre os caboclos de Xangô temos muitos caboclos famo­sos, como Caboclo das Sete Pedreiras, Caboclo Vira-mundo (que vem como Xangô ou Oxossi), Xangô Kaô, Caboclo Pedra Branca, Caboclo da Pedra Preta etc. Para citar alguns da linha de Oxalá, que dificilmente baixam, temos Caboclo Ubiratan, Caboclo Girassol, Caboclo Ipojucan, Caboclo Guaracy e Caboclo Tupi. Esses caboclos, normalmente, vêm fazendo cruzamento vibratório com outros orixás, especialmente com Oxossi.
Todas as entidades de Umbanda são importantes. Ainda que alguns se orgulhem de serem médiuns de caboclos renomados e tidos como chefes de falange, o que vemos é que quando estão no terreiro, os Caboclos tratam uns aos outros como iguais, mostrando que o que importa é o trabalho espiritual e, como em uma aldeia, tudo é feito em conjunto e com as ordens dos planos superiores. Assim diz um ponto cantado de caboclos: na sua aldeia ele é caboclo, é Rompe-mato e seu mano Arranca-toco, na sua aldeia lá na jurema, não se faz nada sem ordem suprema.

É também do linguajar de caboclo, que não cai uma folha da jurema (da mata), sem ordem de Oxalá, ou seja, que tudo na vida tem motivo e que nossas ações são registradas na lei de causa-e-efeito, ou lei do karma. Mas isso não significa ficar passivo, esperando o pior acontecer. Os Caboclos também ensinam a termos coragem e a sermos guerreiros na vida, lutando pelo que é justo e bom para todos. No que é possível, os caboclos nos ajudam a entrar na macaia (a mata que simboliza a vida), a cortar os cipós do caminho (vencer as dificuldades) e, se preciso, caçar os bichos do mato (vencer as interferências espirituais negativas). Essa postura é evidenciada em vários pontos, como esse:

Atira, atira, eu atirei, eu bamba vou atirar Bicho no mato é corredor, Oxossi na mata é caçado.
Cadê Vira-mundo pemba (bis)
Tá no terreiro, pemba, com seus caboclos, pemba.
Veado no mato é corredor, cadê meu mano caçador
E o Caboclo Ventania que me protege noite e dia.

Para quem vivência o terreiro, que há anos luta as batalhas espirituais e já viu os caboclos vencendo as demandas dos filhos-de-fé, afastando entidades negativas, tratando doenças que a medicina muitas vezes não resolve e dando lições de simplicidade, humildade, coragem e persistência, ouvir ou mesmo lembrar esses pontos cantados, traz uma sensação de alegria que enche o coração, renova o ânimo e nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. Melhor do que qualquer leitura sobre caboclo é vê-lo incorporado atendendo quem precisa.

Fonte: Revista Orixás, Candomblé e Umbanda – Ano I – Nº 02


 



AS FALANGES DE TRABALHO NA UMBANDA





AS FALANGES DE TRABALHO NA UMBANDA

Na Umbanda nós não incorporamos Orixás e sim os falangeiros dos
Orixás que são entidades evoluídas espiritualmente que vêem trabalhar
nas giras de Umbanda. Falanges: são agrupamentos de espíritos afins
que possue
m a mesma vibração.
São elas: pretos velhos, caboclos, exus, crianças, boiadeiros, ciganos,
orientais e mestres que trabalham na cura.
OS CABOCLOS
São entidades, espíritos de índios brasileiros e Sul Americanos, que
trabalham na caridade como verdadeiros
conselheiros, nos ensinando a
amar ao próximo e a natureza, são entidades que tem como missão
principal o ensinamento da espiritualidade e o encorajamento da fé, pois
é através da fé que tudo se consegue. Usam em seus trabalhos ervas
que são passadas para
banhos de limpeza e chás para a parte física,
ajudam na vida material com trabalhos de magia positiva, que limpam a
nossa áura e proporcionam uma energia de força que irá nos auxiliar
para que consigamos o objetivo que desejamos, não existe trabalhos de
ma
gia que possam lhe dar empregos e favores, isso não é verdade, o
trabalho que eles desenvolvem é o de encorajar o nosso espírito e
prepara
-
lo para que nós consigamos o nosso objetivo. A magia praticada
pêlos espíritos de caboclos e pretos velhos é sempre p
ositiva, não existe
na Umbanda trabalho de magia negativa, ao contrário, a Umbanda
trabalha para desfazer a magia negativa. Eu sei que infelizmente,
existem vários terreiros que praticam esta magia inferior, mas estes são
os magos negros, que para disfarça
r o seu verdadeiro propósito, se
escondem em terreiros ditos de Umbanda para que possam atrair as
pessoas e desenvolver as suas práticas negativas, com promessas falsas
que sabemos nunca são atendidas. Mais graças a Oxalá, esses terreiros
estão acabando, p
ois, o povo esta tendo um maior conhecimento e
buscando a verdade e é através desse caminho, de busca da verdade,
que esse templo de Umbanda pretende ensinar a todos, o verdadeiro
caminho da fé. Os caboclos de Umbanda são entidades simples e
através da sua
simplicidade passam credibilidade e confiança a todos
que os procuram, seus pontos riscados, grafia sagrada dos Orixás,
traduzem a mais forte magia que existe atualmente, é através desses
pontos que são feitas limpezas e evocações de elementais e Orixás p
ara
diversos fins, mais a frente falaremos um pouco mais sobre os pontos
riscados de Umbanda. Nos seus trabalhos de magia costumam usar
pembas, ( giz de várias cores imantados na energia de cada Orixá),
velas, geralmente de cêra, essências, flores, ervas,
frutas, charutos e
2
incenso. Todo esse material será disposto encima de uma mandala ou
ponto riscado, para que esse direcione o trabalho. Quando fazemos um
trabalho para uma entidade de Umbanda e colocamos algum prato de
comida, como pôr exemplo espigas de
milho cozidas com mel, esta
comida não é para o Caboclo comer, espíritos não precisam de comida,
o alimento que esta ali depositado, serve como alimento espiritual, isto
é, a energia que emana daquela comida e transmutada e utilizada para
o trabalho de mag
ia a favor do consulente, da mesma forma o charuto
que a entidade esta fumando é usado para limpeza, do consulente
através da fumaça e das orações que estas entidades fazem no
momento da limpeza, são os chamados passes de Umbanda.Muitas
vezes a Umbanda é c
riticada e chamada de baixo espiritismo, pois seus
guias fumam e bebem, mais estas críticas se devem a uma falta de
conhecimento da magia ritual que a Umbanda pratica, desde o início,
com tanta maestria e poder, e sempre o fará para o bem de todos
.
OS PRE
TOS VELHOS
São espíritos de velhos africanos que foram trazidos para o Brasil como
escravos e que trabalham na Umbanda como símbolos da fé e da
humildade. Seus trabalhos são de ajuda aqueles que estão em
dificuldade material ou emocional, sendo que, o seu
trabalho se
desenvolve mas para o lado emocional e físico, das pessoas que os
procuram, sendo chamados, carinhosamente de psicólogos dos aflitos.
Sua paciência em escutar os problemas e aflições dos consulentes,
fazem deles as entidades mais procuradas n
a Umbanda, são chamados
de Vovôs e Vovós da Umbanda.
Também usam ervas em seus trabalhos de magia e principalmente para
rezar pessoas doentes e crianças que estão com mal olhado, suas rezas
são conhecidas como poderosas, usam também de patuás, saquinhos
que são depositados elementos de magia e que os consulentes usam no
corpo para proteção.
Da mesma forma que os Caboclos, os Pretos Velhos usam cachimbos
para limpeza espiritual, jogando sua fumaça sobre a pessoa que esta
recebendo o passe e limpando a aura
de larvas astrais e energias
negativas.








Caboclos




Caboclos

Os Caboclos, na Umbanda, são entidades que se apresentam como indígenas e incorporam no Candomblé de Caboclo.
As entidades denominadas de Caboclos que apresentam-se nos terreiros de Umbanda são espíritos com um grau espiritual muito elevado, existem diversas linhas de atuação que um caboclo pode se apresentar diante seu médium. Linha refire-se as essências da hierarquia de DEUS, os Sagrados Orixás. Se muito evoluidos diante os ditames de DEUS, em sua prática efetiva da benevolência Divina, podem, inclusive, atuar sob a outorga de mais de um Orixá Essêncial, ou seja, apresentando-se como um Caboclo de Oxóssi, Ogum e Xangô ao mesmo tempo, atuante nas três vibrações ou mais.
Na Umbanda a linha de Caboclo e a linha de Preto Velho, são as únicas fundamentalmente capacitadas, diante seu grau de evolução, apresentar-se como mentores de um médium, ou seja, são as únicas entidades que podem responder diretamente ao (Orixá de Cabeça) de um médium, sem desequilibrar a vida disciplinar dele.
O Caboclo acessa um Exú, mesmo Exú de Lei, se não acessa é devido seu grau de ascensão espiritual, em todas as linhas de Umbanda, os caboclos são hierarquicamente organizados, existindo chefes de falange e subordinados, são muito espertos e rápidos quando o assunto é doença e para a cura com ervas, pois conhecem profundamente muitos tipos de folha sagrada, sabem para que elas servem e como devem ser usadas, tornando-se uma gira que traz muita bondade, paz, tranquilidade e principalmente amor.

Alguns caboclos na Umbanda

    Cabocla Araci
    Cabocla Brava Cabocla
    Cabocla Caçadora
    Cabocla Diana da Mata
    Cabocla Estrela de Cristal
    Cabocla Guaraciara
    Cabocla Indaiá
    Cabocla Iracema Flecheira
    Cabocla Itapotira
    Cabocla Jacira
    Cabocla Jandira
    Cabocla Jandira Flecheira
    Cabocla Jarina
    Cabocla Jupiara
    Cabocla Jupira
    Cabocla Jurema
    Cabocla Jurema do Rio
    Cabocla Jurema Flecheira
    Cabocla Juremera
    Cabocla Jussara
    Cabocla Mariana
    Caboclinha da Mata
    Caboclo Águia azul
    Caboclo Águia Branca
    Caboclo Águia da Mata
    Caboclo Aimoré Caboclo
    Caboclo Arapongas
    Caboclo Araraguara
    Caboclo Araribóia
    Caboclo Araúna
    Caboclo Arranca Toco
    Caboclo Arruda
    Caboclo Beira Mar
    Caboclo Boiadeiro
    Caboclo Bororó
    Caboclo Brogotá
    Caboclo Caçador
    Caboclo Caramuru
    Caboclo Carijó
    Caboclo Catumbi
    Caboclo Cipó
    Caboclo Cobra Coral
    Caboclo Coração da Mata
    Caboclo Corisco
    Caboclo da Mata
    Caboclo do Fogo
    Caboclo do Oriente
    Caboclo do Sol
    Caboclo do Vento
    Caboclo Estrela
    Caboclo Flecha Dourada
    Caboclo Flecha Ligeira
    Caboclo Flecheiro
    Caboclo Gira Mundo
    Caboclo Girassol
    Caboclo Guaraci
    Caboclo Guarani
    Caboclo Humaitá
    Caboclo Iara
    Caboclo Inca
    Caboclo Jibóia
    Caboclo João da Mata
    Caboclo Junco Verde
    Caboclo Jurema da Mata
    Caboclo Jurema do Mar
    Caboclo Juremero
    Caboclo Laçador
    Caboclo Lage Grande
    Caboclo Lírio Verde
    Caboclo Lua
    Caboclo Marajó
    Caboclo Mata Virgem
    Caboclo Olho de Lobo
    Caboclo Onça-Pintada
    Caboclo Oxósse da Mata
    Caboclo Pajé
    Caboclo Pantera Negra
    Caboclo Pedra Branca
    Caboclo Pedra Preta
    Caboclo Pele Vermelha
    Caboclo Pena Azul
    Caboclo Pena Branca
    Caboclo Pena Branca
    Caboclo Pena Branca Cacique
    Caboclo Pena Dourada
    Caboclo Pena Preta
    Caboclo Pena Roxa
    Caboclo Pena Verde
    Caboclo Pena Vermelha
    Caboclo Peri
    Caboclo Poti
    Caboclo Quebra Demanda
    Caboclo Quebra Galho
    Caboclo Rei da Mata
    Caboclo Rompe Folha
    Caboclo Rompe Mato
    Caboclo Roxo
    Caboclo Serra Negra
    Caboclo Sete Cachoeiras
    Caboclo Sete Cobras
    Caboclo Sete Demandas
    Caboclo Sete Encruzilhadas
    Caboclo Sete Estrelas
    Caboclo Sete Flechas
    Caboclo Sete Folhas Verdes
    Caboclo Sete Montanhas
    Caboclo Sete Pedreiras
    Caboclo Sultão da Mata
    Caboclo Tapindaré
    Caboclo Tibiriçá
    Caboclo Tira Teima
    Caboclo Treme Terra
    Caboclo Tupã
    Caboclo Tupi
    Caboclo Tupi Guarani
    Caboclo Tupinambá
    Caboclo Tupiniquim
    Caboclo Ubirajara Flecheiro
    Caboclo Ubirajara Peito de Aço
    Caboclo Ubiratan
    Caboclo Umuarama
    Caboclo Urubatan
    Caboclo Vence Tudo
    Caboclo Ventania
    Caboclo Vigia das Matas
    Caboclo Vira Mundo
    Cacique Samambaia
    Caboclo Capitão Da Mata








  Brados, Assovios e Pontos Cantados


  Brados, Assovios e Pontos Cantados
É muito freqüente as entidades de Umbanda logo que incorporam, emitirem certos assovios e brados, ou quando estão dando os chamados popularmente “passes”. No caso dos brados dados no momento da incorporação, são mantras, palavras vibradas que canaliza para o médium certas classes de energia, a depender da linha da entidade atuante, que logo se misturam ao aura do médium, equilibrando-o, regularizando o fluxo e equilibrando os chacras principais a serem utilizados na mecânica da incorporação, permitindo que o mentor possa atuar o mais desembaraçado possível naquele aparelho. São técnicas astrais superiores de manipulação de forças sutis vitais que somente esses grandes senhores da luz sabem movimentar.
Temos por exemplo: quando uma determinada entidade da vibratória Arásha Xangô, logo ao incorporar emite um brado “Kaô”, de forma a parecer mais um trovejar surdo, mas emite também outros mantras. Indica que naquele momento estão sendo manipuladas – além das energias inerentes a Xangô – determinados entrecruzamentos vibratórios necessários aos trabalhos que irão ser realizados, visando equilibrar o campo mental e astral do médium que vai utilizar.
Os assovios não são diferentes. As entidades da Sagrada Corrente Cósmica de Umbanda conhecem bem a magia do som ou, em nível cosmogônico, a doutrina mântrica e a utilizam segundo a necessidade e a tônica vibratória a que pertencem, tudo visando promover a harmonia dos espíritos por ela tratrados.
Assim, quando virem alguma entidade mantranizando desta forma, como descrito, já saberão que ali está sendo feita uma terapia e, portanto, há ciência, fundamento, e não primitivista como alguns mais desinformados costumam apregoar. Claro que aqui não entraremos em pormenores do assunto, pois o objetivo nesse momento é o de esclarecer o básico. No futuro, se Zamby permitir, haverá um aprofundamento gradual nesses conceitos.
Os pontos cantados, muito comuns nos terreiros, sejam eles de quaisquer grau, são mantras codificados. É claro que eles são dados pelas entidades, quando realmente incorporadas em seus médiuns e mais raramente pela sensibilidade astral. Quando assim o é, dizemos que esse ponto é de raiz. Os pontos cantados são verdadeiras preces e invocações que geram imagens positivas, induzindo todos as coisas da espiritualidade. E, para aproveitar seus benefícios, o Caboclo 7 Espadas aponta o seguinte caminho: “Procurem entoar os pontos cantados adequadamente, sentindo-os e não apenas cantando-os. Sinta-os em sua alma e verá surpreso, como você canta bem, como você está bem.
O ponto cantado é o caminho vibratório por onde anda a gira. É o verbo sagrado, portanto entoe-os adequadamente, harmoniosamente…”. Portanto, caro irmão de fé, de agora em diante, comece a acompanhar de forma mais ativa a gira. Para isso procure estudar bem a entonação e a letra e só depois de bem aprendida comece a cantar. Você verá como se sentirá mais em paz e equilibrado. Experimente e verá!
E, para acabar esse tópico diremos que cada ponto possui um ritmo particular, que por sua vez indicam uma freqüência ligada as linhas espirituais de que se originam. Vejamos o quadro abaixo e entenderemos melhor este aspecto:
a) vibração espiritual de Oxalá – os sons de seus pontos são místicos e predispõem as coisas do espiritual;
b) vibração espiritual de Ogum – seus sons são vibrantes, induzem ao despertar da fé verdadeira e pura;
c) vibração espiritual de Oxóssi – seus sons são imitações da harmonia da natureza e ajudam no equilíbrio psíquico;
d) vibração espiritual de Xangô – seus sons são graves, são cantados baixos, reforçam o campo astral e portanto emocional;
e) vibração espiritual de Yorimá (pais-velhos) – seus sons são dolentes, melancólicos, predispõem a meditação, ao auto-conhecimento;
f) vibração espiritual de Yori (crianças) – seus sons são alegres, predispõem ao bom ânimo;
g) vibração espiritual de Yemanjá – seus sons são suaves, predispondo a renovação afetiva e emocional.








CABOCLO COBRA CORAL


CABOCLO COBRA CORAL

          Quando falamos do Caboclo Cobra Coral, falamos também da supremacia da Umbanda, que é  uma religião, formada dentro da cultura religiosa brasileira incluindo v?rios elementos, inclusive de outras religi?es. Foi no Brasil que os esp?ritos ind?genas de diferentes posi??es geogr?ficas encontraram dentro de uma Espiritualidade a verdadeira oportunidade de evolu??o. A cria??o do primeiro Centro Esp?rita no Brasil, foi na Cidade de Salvador em 1865, constru?do por um grupo denominado ?Fam?lia do Espiritismo?, A base deste Centro Esp?rita, era sedimentada na doutrina de Allan Kardec. Nas sess?es realizadas neste Centro Esp?rita, havia a incorpora??o, de  esp?ritos de origem ind?genas, que eram os caboclos e caboclas em evolu??o.  Naquela ?poca o espiritismo era praticado com muita restri??o.

          Na lingua portuguesa, o significado de caboclo é o mestiço de branco com o indigena. A história oficializou o inicio da Umbanda no Brasil  em 1908, com a incorporacao do Caboclo Sete Encruzilhadas, porém  foram encontradas publicações de que em  1890, o Caboclo Cobra Coral era incorporado por um jovem de 16 anos e que praticava a caridade conforme os fundamentos da Umbanda. O Caboclo Cobra Coral, como todo caboclo, conserva a vibra??o primária de Oxossi, por?m com grande atuação na vibração original da linha de Xang?, que no sincretismo religioso corresponde ao S?o Jer?nimo, representante da Justiça divina, da lei Karmica, ? o dirigente das almas, o senhor da balan?a universal que fortalece o nosso estado espiritual.

           O astro que rege esta linha é  Júpiter e tem como guardião o anjo Miguel. Cobra Coral é um indio tranq?ilo e sábio, profundo conhecedor das magias e das curas. Conhece os segredos dos animais pe?onhentos, sua imagem é de um cacique alto, traz um tacape na m?o esquerda e uma cobra coral na m?o direita e outra na cintura. Ele n?o ? apenas famoso no mundo físico, tamb?m no plano espiritual se conhece bem a sua fama. Muito temido pelos espiritos de ordem inferior, sendo conhecido no submundo astral como ?O Grande Cobra Coral?. No submundo astral muito esp?ritos inferiores e chefes de agrupamentos tão verdadeiro pavor em encontrá-lo. No mundo dos grandes m?gicos e magos, ele ? conhecido como ?O mago do Cajado da Cobra?.

          Cobra Coral chefe da falange de origem asteca, foi a encarna??o do f?sico e astr?nomo Italiano Galileu Galilei no século XVII, considerado o pai da matem?tica e do ex-presidente norte americano Abra?o Lincoln. A sua ?ltima encana??o foi no norte do Brasil, na cidade de Cercania fronteira do Par?. O Caboclo Cobra Coral, ? o emblema da pureza e da magia. Jamais acenda vela para ele que n?o seja BRANCA. A f? que habita em cada um de n?s ? particular.  Ela cresce se solidifica, e os anos mudam o nosso car?ter e cria comportamentos que ir?o nos diferencias por toda a nossa vida.

 

 







CABOCLO TREME TERRA


CABOCLO TREME TERRA
Caboclo Treme Terra – Legião Xangô Agodô - chefe Caboclo Treme-Terra – Falange Do Caboclo Treme Terra – Linha de Oxossi – Vibração de Xangô.
Caboclo guerreiro muito poderoso e sempre disposto a fazer o bem.
. Sua falange é o povo da Justiça , ampara os humildes e os humilhados. Por serem desta Falange praticam a caridade, doutrinam os irmãos sofredores, fazem curas e aplicam a medicina herbanária.
Quando falamos na personalidade de um caboclo ou de qualquer outro guia, estamos nos referindo a sua forma de trabalho. Ancestrais, espíritos dos índios dedicados à cura e à proteção da natureza, os Caboclos índios, boiadeiros e baianos atuam na energia vegetal, daí serem da linha de Oxossi dentro das 7 linhas de umbanda, devido a isto como todo o caboclo é índio ele vem sempre como linha de Oxossi.. Como são espíritos da mata propriamente dita, todos recebem forte influência de Oxossi, no sentido apenas do conhecimento químico das ervas, independente do Orixá que trabalhe.
Quanto à descrição de seu Caboclo TREME TERRA é uma coisa muito particular, de médium para médium, é coisa que não se aprende, pois se fosse assim não seria a entidade manifestando-se, não adianta falar, pois cada médium sente a vibração de forma diferente.
Enfim, o importante é procurar trabalhar e deixar que as entidades atuem da forma que elas acharem conveniente porque com certeza elas nos conhecem melhor do que nós próprios pensamos que nos conhecemos...
Que Oxalá te Proteja e Abençoe.
Pontos do CABOCLO TREME TERRA

Quando ele chega na Umbanda,
Ele brada:
Kiô, kiô, kiô, kiô.
Ele é o Caboclo Treme Terra,
Veio da sua aldeia,
Quando ele firma seu ponto, meu Pai,
Oi, ele não bambeia.







Caboclo Ventania



Caboclo Ventania.

Conto essa história narrada pelo próprio espírito do Caboclo Ventania. Nome hoje usado por ele em alguns de seus médiuns.
Sua última encarnação foi como índio filho de um grande pajé; viajava sempre para renovar suas energias ao encontro do mar. Sua adoração por mãe Iemanjá veio pelas longas horas sentado em uma pedra visualizando o grande reino desta Orixá, à qual ele pedia sempre ajuda em seus rituais de cura dos enfermos em sua aldeia.
Viveu como índio Cherokee em uma vila as margens do rio Tenesse. Suas mulheres Índias cuidavam da lavoura, plantação de milho e abóboras; eram bordadeiras por excelência, e tinham o respeito de seus homens que as cultuavam como deusas. Os índios por sua vez cuidavam da caça de ursos, da pesca, da espiritualidade e da cura. Muito inteligentes tinham por habilidade natural entender e ou aprender rapidamente diversas línguas de outras tribos e mesmo de outras nacionalidades, o que ocorreu quando da invasão dos europeus às terras americanas.
Ventania era caçador e Xaman de sua tribo, pois os homens fortes, ao enfrentarem ursos e búfalos, acreditavam que os deuses davam a eles força espiritual para praticar tal bravura. Os Xamans cuidavam de doenças e passavam a receita vinda de seus ancestrais. Conversavam com os espíritos e os consultavam para tudo que faziam, portanto em uma vida primitiva já tinham a essência espiritual em suas veias. Ventania nos conta que eles já faziam suas poesias em forma de desenho e amavam a natureza como todo índio em qualquer nação.
Conta também que seu desencarne aconteceu na disputa por seu amor. A tribo tinha por hábito quando uma índia era pretendida por dois ou mais índios, eles disputavam em luta. O perdedor ou entendia e se convencia da derrota ou pedia para ser morto pelo vencedor, e foi o que aconteceu. A índia em questão iria ser disputada por ele e outro índio que tinha o nome de Chuva Vermelha por ser muito rápido com flechas em chamas. Ao perder a luta, Chuva Vermelha disse que não o mataria; pois o respeitava pelas inúmeras curas e pelas inúmeras caças que Ventania já havia feito na aldeia. Porém, Ventania inconformado com a derrota, pediu que o matasse, pois o mundo seria ruim para ele sem a moça. E foi o que aconteceu. Com uma machadada na cabeça ele desencarnou.
Devido ao ato dele ter rogado pela sua própria morte, se encontrou por longos anos no Umbral, onde somente quando pode se encontrar com Espíritos de Luz, compreendeu o ocorrido e pôde ir para as esferas de evolução onde hoje, Ventania trabalha também como Espírito de luz. O nome Ventania foi escolhido por ser mais parecido como Raio de Vento, que usou naquela encarnação, quando devido à velocidade com que caçava búfalos e veados, foi denominado assim.
Em terra, como Espírito de Luz trabalhando na Umbanda, Ventania realiza desobsessões, cura e aconselhamento.
Ventania gosta de vinho tinto suave e suco de milho. Vibra na energia das pedras de cascalhos, basaltos e quartzo verde. Seus amuletos são à base de pedras ou algo de couro. Seu dia comemorativo é 21/02







ORAÇÃO AO CABOCLO VENTANIA



ORAÇÃO AO CABOCLO VENTANIA
 

Ó grandioso Caboclo Ventania!
Antigo espírito do bem,
lança tuas flechas de luz em minha direção,
cubra-me com tua proteção.
Renove minhas energias,
elevando sempre meu coração
ao ápice da bondade,
que soube a sua energia, eu aprenda a perdoar mais, esquecendo-me verdadeiramente minhas mágoas.
Arrebata a minha alma,
para que somente amor eu consiga dar.
Vem espírito superior do vento e do tempo.
Grande mestre do sopro, divino
carrega-me em teus braços,
daí-me a força que preciso,
para continuar o que aqui vim fazer,
e nunca me esquecer dos teus ensinamentos.
Oh… espírito benfazejo,
sopra em minha direção,
que meus instintos me façam nunca se acovardar, diante dos obstáculos
que a vontade de continuar
não adormeça em meu coração,
pois dela preciso
para espalhar a fé, a confiança, o otimismo, e a felicidade de uma encarnação.
Desliga-me de todas as minhas decepções
com o fervor de teu sopro, o mal não me alcançará.
Aqueles á quem me querer mal não terão êxito.
Pois eu que sou teu filho entrego-me a vós para que assim eu leve
o amor ao coração de todos que passarem por mim.
Vem espírito da brandura,
circula este sopro de amor em volta de mim, promove-me cura neste instante.
Lava meu interior,
e que nele nasça a força da tua humildade,
para que eu possa espalhar a verdade e
o conforto de uma palavra amiga,
até o dia de minha partida.
Em nome do Mestre maior da Terra, meu Jesus amado, vós que sois
um Mensageiro Celestial esteja em mim hoje e sempre.

Amém.

 

Autor: Mago Cigano













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